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Sara Avelar recorda passado em colégio interno: “Ainda hoje sofro”

Sara Avelar abre o coração sobre a educação longe dos pais

A comentadora da «Sic Caras» confessa que a experiência foi um pilar na sua formação, apesar de admitir o peso emocional da disciplina.

A vida num colégio interno é, para muitos, uma realidade distante, mas para Sara Avelar foi a base de tudo o que é hoje e, num momento de partilha no programa «Passadeira Vermelha», da SIC Caras, a comentadora e consultora de moda abordou a sua educação privilegiada, mas rigorosa, revelando como essa fase ainda ecoa na sua personalidade atual.

Sara Avelar não hesitou em agradecer o investimento feito pela família, sublinhando que a disciplina militarista do colégio lhe deu ferramentas cruciais para o sucesso futuro «Agradeço muito até o esforço que os meus pais fizeram, porque sem dúvida, tanto a nível académico – quando entramos para a faculdade senti muito mais facilidade porque levávamos muita disciplina de trás – como pessoa», explicou.

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Apesar do sucesso académico, a comentadora admite que a carga de valores incutida naquela instituição tem um peso que carrega até aos dias de hoje. Numa frase que despertou a atenção dos colegas de painel, Sara afirmou: «Acho que ainda hoje sofro, no sentido ou da generosidade ou de ajuda ao próximo. Portanto, foi importante na tua formação? Para mim foi.»

Este “sofrimento” a que se refere parece estar ligado a uma sensibilidade extrema e a um sentido de dever para com o outro, moldados num ambiente onde a individualidade era muitas vezes secundarizada em prol do coletivo e da regra.

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A comentadora reconhece que não passou pelas dificuldades do ensino público, mas que a ausência do apoio familiar diário cria bases distintas «Não tive outro lado público, aquela maldade se calhar… Ter o colo em casa dá umas bases diferentes», refletiu.

Curiosamente, a experiência de Sara parece ter sido mais positiva do que a do seu próprio pai, que frequentou a mesma instituição: «O meu pai também andou neste colégio interno e a experiência foi diferente. Exatamente. É um sentimento de rejeição

Para Sara, o colégio foi uma catapulta para a maturidade, mas para o seu progenitor, a mesma educação foi interpretada como um afastamento afetivo.

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