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Sara mostra-se implacável e arrasa Luzia na Casa dos Segredos: “Para mim não há justificação, ponto”

A expressão polémica utilizada pela contabilista de Ovar continua a dar que falar entre os moradores. Numa conversa no quarto, Catarina desmentiu o argumento de que o termo é normal no Norte do país.

O ambiente continua tenso na Casa dos Segredos 10 após a polémica expressão utilizada por Luzia.

Numa conversa no quarto, Sara mostrou-se implacável com a colega e, juntamente com Catarina e Diogo, criticou duramente a tentativa de justificação da concorrente nortenha.

A análise começou com Catarina a desmentir o argumento de Luzia, que se defendeu perante a Voz alegando que a palavra era apenas calão popular da sua região de residência: “E depois disse que pessoal do Norte utiliza isto, estás a ver? Pá, eu sou do Norte e não uso”.

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Diogo tentou apaziguar os ânimos e explicar o contexto em que a expressão costuma surgir no vocabulário de algumas pessoas, sublinhando que não existe uma intenção racista na sua base: “Se calhar é um termo de brincadeira, estás a perceber? Lá no Norte é muito comum ouvir-se. Porque imagina, lá é bué de utilizar, por exemplo, imagina que és uma pessoa que mandam-te fazer tudo. Olha, a Sara vai arrumar as cadeiras. Olha, a Sara vai fazer a cama. E a malta pega e diz… Por um lado, acabamos por ofendê-los, iá, mas não é por maldade”.

Sara recusou liminarmente a perspetiva do colega, interrompendo a explicação de Diogo para condenar o uso da expressão em qualquer cenário do quotidiano: “Não digas, não digas. É péssimo. E se eu ouvir a dizer isso a alguém lá fora, acredita que eu vou começar a discutir com a pessoa. Não é por maldade, mas é péssimo”.

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Para as duas aliadas de jogo, a falha mais grave de Luzia aconteceu após a chamada de atenção da entidade soberana. Catarina notou que a concorrente piorou a sua situação com as desculpas e Sara deu o assunto por encerrado com um veredicto final implacável: “Mas o problema é que a justificou a seguir e utilizou a maneira que justificou. E eu, opá, eu estava ali na mesa e nem ouvi. E para mim, imagina, para mim não há justificação, ponto”.

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