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Semana negra para CR7 e Georgina: Clube privado em Madrid acusado de racismo após entrevista

Íñigo Onieva prestou declarações polémicas sobre o novo Vega Private Members Club. O formato V+ Fama analisou a controvérsia que está a marcar a semana do craque português.

O novo projeto empresarial de Cristiano Ronaldo em Madrid está envolvido numa acesa polémica.

O Vega Private Members Club, inaugurado recentemente na zona luxuosa do bairro de Salamanca, foi rotulado de racista após declarações controversas do empresário Íñigo Onieva, sócio do craque português e de Manuel Campos Guallar.

O marido de Tamara Falcó revelou ao jornal El Mundo o perfil pretendido para os sócios, limitando a entrada de estrangeiros a uma quota de 40%, e justificou a medida com uma frase que incendiou a opinião pública espanhola: “não queremos que isto se converta no clube dos latino-americanos, tampouco queremos que haja um equilíbrio entre a comunidade local e a internacional”.

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A exigência financeira para pertencer a este núcleo restrito é elevada, com as quotas anuais a fixarem-se nos 2500 euros para menores de 35 anos e nos 4400 euros para a tarifa geral, estando a entrada sempre pendente de convite e recomendação.

No programa V+ Fama, Adriano Silva Martins resumiu o impacto do caso, inserindo-o numa sucessão de polémicas recentes para o casal português, que incluiu a visita de Georgina a um monumento ligado à ditadura franquista: “É verdade, uma semana negra para o casal Georgina Rodríguez e Cristiano Ronaldo. (…) Ele escorrega duas vezes na mesma casca de banana, porque as declarações não são todas. Não precisava dizer isso”.

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Guilherme Castelo Branco procurou contextualizar as palavras do empresário espanhol, recordando o forte afluxo de cidadãos latino-americanos de elevado poder económico, oriundos de países como México, Cuba e Venezuela, que se instalaram no bairro de Salamanca.

O comentador sublinhou o erro crasso de Onieva enquanto relações-públicas, mas notou a ironia das acusações quando comparadas com as medidas internacionais de inclusão: “não deixa de ser irónico dizermos que é racista um clube querer definir quotas (…) nos Estados Unidos há quotas para afro-americanos, há quotas para asiáticos (…) Isto tudo para combater o racismo. E quando um clube decide fazer quotas é que na realidade é racista”.

Isabel Figueira defendeu a existência de clubes elitistas fechados, concordando, no entanto, que a comunicação foi inútil, uma vez que a exclusão de candidatos já é feita administrativamente à porta fechada. Pimpinha Jardim alertou para o perigo da impulsividade discursiva na era digital, sublinhando que as declarações deitaram por terra o secretismo e a imagem limpa de um espaço que abriu as portas há apenas uma semana.

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