Susana Dias Ramos explica o que motiva a traição e serve para o Diogo do SS10?
A especialista em relações falou sobre o desgaste dos casais e a procura por dopamina. As palavras batem certo com a polémica que envolve Diogo e Eva?
Susana Dias Ramos recorreu às redes sociais para partilhar uma reflexão profunda sobre um dos temas mais fraturantes no campo das relações amorosas.
Através de um vídeo no Instagram, a psicóloga e comentadora da TVI abordou sem filtros os motivos que levam alguém a ser infiel.
O desabafo da especialista surge numa altura particularmente pertinente, numa fase em que o público da Casa dos Segredos 10 assiste, em choque, à novela da vida real protagonizada por Diogo, Eva e Ariana. As atitudes do concorrente, que se envolveu intimamente com a colega nas barbas da própria namorada, têm gerado revolta, e a análise de Susana parece encaixar na perfeição no atual escândalo da casa mais vigiada do país.
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Para a comentadora, o ato de trair está intimamente ligado a uma necessidade individual e não apenas a um problema na relação. No vídeo partilhado, explicou: “A traição, grande maioria das vezes, é uma busca de validação. Não tem nada a ver com o casal, não tem nada a ver com a relação, não tem nada a ver com aquilo que está a acontecer naquele momento”.
Susana Dias Ramos aprofundou o raciocínio, apontando o dedo ao desgaste do dia a dia e à falta de valorização mútua que muitas vezes se instala nas dinâmicas a dois: “Neste ram-ram do dia a dia as pessoas veem-se presas em relações que só reclamam uma da outra, por isto ou por aquilo. Não há uma lembrança do orgulho que se tem no outro”.
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O aparecimento de uma terceira pessoa acaba, assim, por preencher um vazio de atenção, algo que a psicóloga detalhou: “De repente vem alguém de fora, novidade, fantasia, mistério. Parece que é uma coisa assim muito especial e nós voltamos a sentirmo-nos como não nos sentíamos há muito tempo atrás”. O perigo reside exatamente nessa novidade passageira, rematando de forma assertiva: “Aquela pessoa diz-nos coisas que nós não ouvimos há muito tempo, lembra-nos coisas que nós não lembramos há muito tempo. O perigo, a dopamina”.