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“Tolerância zero para toda a gente”: António Leal e Silva implacável com ameaças a João Manzarra

A revelação foi feita por Salvador Martinha e dissecada no programa da noite. António Leal e Silva arrasou a atitude do agressor e apontou o dedo aos famosos que também alimentam o ódio na internet.

O programa V+ Fama abordou o chocante episódio vivido por João Manzarra, que foi recentemente alvo de ameaças de morte através do telemóvel.

O caso, que foi tornado público pelo amigo e humorista Salvador Martinha num espetáculo, gerou indignação no painel de comentadores composto por Adriano Silva Martins, Marta Aragão Pinto, António Leal e Silva e Pedro Capitão, que debateram os limites do ódio nas plataformas digitais e a forma insólita como o apresentador da SIC lidou com a situação.

Adriano Silva Martins introduziu o tema fazendo um paralelismo com outros casos mediáticos: “Depois de Margarida Corceiro, sabemos agora que também João Manzarra foi ameaçado de morte. Foi o Salvador Martinha o encarregado de dar a conhecer o episódio em que o apresentador e o humorista recebia constantemente mensagens ameaçadoras no telemóvel”.

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Marta Aragão Pinto completou a informação, explicando como o rosto da televisão conseguiu confrontar o agressor: “Há aplicações que consegues pôr lá. E ele conseguiu o número e ligou a dizer, epá, de morte não, quer dizer, mas não me, ameaças de morte. E pronto, eu acho que o Salvador Martinha conta isso com o seu humor característico, mas não deve ser nada simpático receber ameaças de morte e, portanto, o Manzarra ter pegado no telefone e ter ligado para a profissão”.

O detalhe mais caricato desta história foi sublinhado por António Leal e Silva. O autor das mensagens ameaçadoras foi facilmente identificado devido a um descuido com o seu contacto profissional. O comentador ironizou com a falta de noção do agressor: “Uma pessoa envia uma mensagem de morte a outra e é tão chique que põe o número de telefone namorado ao sítio onde trabalha e tem mais, ainda diz qual é a agência funerária”.

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Apesar do tom bem-humorado com que a história foi inicialmente partilhada por Salvador Martinha, o painel frisou a gravidade criminal destes atos. Marta Aragão Pinto foi perentória na sua condenação: “Estamos aqui a falar com humor, da maneira como o João lidou com a situação, mas eu acho que isto não tem absolutamente piada nenhuma. Quem deixa ameaças de morte ou quem deseja a morte a alguém, devia estar preso”.

António Leal e Silva aproveitou o momento para fazer uma reflexão mais profunda sobre a toxicidade nas redes sociais, responsabilizando não apenas os utilizadores anónimos, mas também as figuras públicas que promovem o conflito. O comentador afirmou: “Ameaças de morte, ofensas graves, difamação, maldicença gratuita, tolerância zero para toda a gente. Não é só para as pessoas humildes e muito simples, anónimas da internet, são para aqueles que se consideram famosos, para as influências, para as famosas, para as pessoas que são muito conhecidas, para os famosos portugueses, que alimentam esse ódio nas redes sociais, a perseguição, o mal que fazem às pessoas, e sabia que tinha que haver tolerância zero”.

No final do debate, o painel mostrou solidariedade para com João Manzarra, com Adriano Silva Martins a questionar a origem deste ódio gratuito: “A minha questão é, de onde é que vêm estas ameaças de morte que a mim não faz sentido? É que o Manzarra não faz mal a ninguém”. Tanto o apresentador como António Leal e Silva confessaram que teriam a mesma atitude de confrontar o agressor via telefone.

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