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Traição, lucros e exposição: V+ Fama disseca separação de Daniel Gregório e Liliana Filipa

O empresário quebrou o silêncio numa entrevista e garantiu estar focado nos filhos. No programa de comentário social, o painel debateu as consequências financeiras e emocionais do fim da relação.

A entrevista de Daniel Gregório à revista Nova Gente, onde abordou a separação de Liliana Filipa, foi o tema central da emissão do programa V+ Fama.

O apresentador Adriano Silva Martins destacou o foco do empresário nos filhos e a sua preferência por uma resolução privada do fim da relação, declarações que motivaram a análise do painel de comentadores.

Isabel Figueira centrou a sua intervenção na exposição do caso, recordando o vídeo em que Daniel Gregório surge com outra mulher numa discoteca. A comentadora descreveu o momento como doloroso para a influenciadora digital e sublinhou a gravidade da divulgação pública de uma traição: “Acho que a Liliana sofrer e ter visto estas imagens publicamente, não quero imaginar. O que é estar em casa e começar a receber um vídeo da pessoa com quem eu estou, pai dos meus filhos, a beijar outra mulher numa discoteca, sem qualquer cuidado, sem nada. E acho que isso deve ser um momento terrível, muito doloroso. E cada um ultrapassa a dor da maneira como pode. Acho que pode haver um arrependimento muito grande do Daniel”.

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O impacto financeiro da separação foi outro dos pontos discutidos no formato, e Isabel Figueira, referindo ter conhecimento do mercado digital, explicou que o fim do relacionamento representa a quebra de uma parceria comercial altamente lucrativa, comparando os rendimentos do ex-casal com os valores auferidos individualmente: “Eles construíram uma família e um império entre eles, não só de redes sociais, mas também de marcas muito grandes. Mas eu que estou um bocadinho dentro do assunto, percebo perfeitamente quais são os valores que eles até ganham juntos e ganham separados. Eles juntos ganhavam mesmo muito dinheiro como casal e faturavam muito bem. Agora acho que a Liliana está a fazer um caminho mais forte. Mas os dois realmente em conjunto conseguiam atingir marcas e patamares completamente diferentes”.

António Leal e Silva focou-se no modelo de negócio dos influenciadores digitais e na rentabilização, e defendeu que o mediatismo gerado em torno da separação resulta na captação de novos seguidores e marcas, rejeitando o argumento da invasão de privacidade: “As pessoas já sabem muito bem o que é que fazem para saber a reação que vai haver. Mas o burburinho é bom. Porque com o burburinho aparecem novas marcas, novos seguidores, novas coisas. Quanto mais seguidores, mais marcas. Quantas mais marcas, mais dinheiro. Eu acho que capitalizam da melhor forma que sabem e fazem muito bem. Porque a vida é difícil para toda a gente”.

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Em sentido inverso, Pimpinha Jardim defendeu o direito à privacidade familiar, com a comentadora a sublinhar que o trabalho nas redes sociais não anula a necessidade de recato num momento de separação, especialmente quando existem crianças envolvidas: “Hoje em dia ser influenciador é uma profissão, quem é influenciador ganha dinheiro, ganha o seu ordenado no final do mês. Portanto, não deixa de ser um trabalho como outro qualquer. Não acho obrigatoriamente que se tenha depois que aguentar o outro lado da moeda. É um momento delicado para todos os casais, acho que ninguém se separa de ânimo leve, é sempre difícil, especialmente quando há crianças envolvidas. Para eles, não deixa de continuar a ser um momento privado, e tentarem proteger os filhos ao máximo, apesar da exposição que eles têm”.

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