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Hugo Mendes revela que marcas o rejeitam por causa do “Passadeira Vermelha”

O comentador explica como o 'rótulo' o afasta algumas entidades comerciais

Numa partilha honesta, o rosto da SIC Caras explica como o rótulo do comentário cor-de-rosa afasta algumas entidades comerciais.

Hugo Mendes, editor e um dos rostos mais antigos do programa «Passadeira Vermelha», da SIC Caras, abriu o jogo sobre as consequências de trabalhar num formato de comentário social e, numa reflexão sobre a sua imagem pública, o comentador confessou que nem todas as portas se abrem no mundo das marcas, existindo ainda uma barreira invisível para quem analisa a vida das celebridades.

A exposição diária num programa que, por vezes, gera controvérsia e opiniões fortes, parece ter um preço no mercado das influências e campanhas publicitárias. Hugo Mendes admite que sente essa resistência de forma direta: “Há marcas que não trabalham comigo por eu estar no Passadeira Vermelha e há outras marcas e entidades que me contratam precisamente por ser o Hugo do Passadeira. Portanto, isto é ir colocando na balança, mas é uma fatura que se vai pagando.

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Apesar de reconhecer que perde oportunidades de negócio devido ao “preconceito” associado ao género televisivo em que se insere, Hugo Mendes mantém uma postura pragmática. Para o comentador, a falta de interesse de certas marcas acaba por ser um filtro natural para colaborações que não seriam autênticas.

Eu quero sempre acreditar que aquelas marcas que não escolhem com esse preconceito, ainda bem, ainda bem porque não faz match”, explicou, sublinhando que qualquer parceria deve ser benéfica para ambos os lados. Hugo reforça que, se uma entidade não se sente confortável com o seu perfil televisivo, a união nunca seria orgânica: “Se não é para um dos lados, ainda bem que não. Ainda bem que essas marcas não quiseram.

Esta revelação de Hugo Mendes levanta novamente o debate sobre o “prestígio” dos conteúdos de entretenimento social e como o mercado publicitário ainda olha com reserva para quem faz do escrutínio público a sua profissão, mesmo sendo um dos segmentos com maior audiência e fidelização em Portugal.

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