V+ Fama. António Leal e Silva ‘ataca’ Margarida Corceiro: “Sem o Lando Norris, ela não tinha esta vida”
Enquanto a atriz elogiava o sucesso financeiro de Margarida Corceiro, António Leal e Silva foi implacável: "Não vamos viajar na maionese". Para o comentador, as portas internacionais só se abriram graças ao piloto de F1.
Os rumores de uma alegada crise na relação entre Margarida Corceiro e Lando Norris, prontamente desmentidos pela atriz nas redes sociais, foram o tema de abertura do programa “V+ Fama” desta sexta-feira, gerando um debate aceso entre os comentadores.
Adriano Silva Martins destacou a mudança de postura da jovem, que habitualmente optava pelo silêncio, mas que desta vez decidiu “dar um murro na mesa” para travar a especulação: “Se antes não falava do namorado, agora parece não permitir que estes rumores se estendam”, notou o apresentador.
Isabel Figueira saiu imediatamente em defesa da atriz, elogiando a atitude de Margarida em proteger a sua privacidade e criticando a imprensa por inventar notícias onde elas não existem: “Acho muito bem a Margarida vir a público dizer. (…) Deixem-nos em paz. Deixem-nos agora viver a nossa vida um bocadinho em paz”, apelou a comentadora, sublinhando que o casal passou a passagem de ano junto nas Caraíbas, contrariando as notícias de separação.
No entanto, a visão romântica de Isabel Figueira colidiu frontalmente com a opinião pragmática de António Leal e Silva, que criticou a ingenuidade de quem vive da exposição pública, mas rejeita o escrutínio: “Quando uma pessoa se expõe, ninguém se expõe de forma obrigada (…) E no caso dela não pode [queixar-se] porque ela vive disso. Ele não precisa porque é piloto da Fórmula 1 (…) Ela precisa porque ela é atriz, é o que ela quiser”, disparou o comentador.
Para António Leal e Silva, ao reagir publicamente, Margarida “abriu um precedente” perigoso, validando a ideia de que a sua relevância depende destas polémicas.
A troca de argumentos no V+ Fama subiu de nível quando Isabel Figueira tentou exaltar o mérito profissional da jovem, afirmando que Margarida tem uma “carreira de sonho” e é das que “ganha mais dinheiro em Portugal”.
Esta afirmação foi imediatamente rebatida por António Leal e Silva, que recusou “viajar na maionese” e atribuiu o estatuto internacional da atriz ao namorado: “O Lando Norris abre-lhe umas portas que ela sem o Lando Norris não estava. Ponto final. (…) Sem ele, ela não tinha a vida que tem”, garantiu, sendo apoiado por Adriano Silva Martins na questão da projeção mediática global.
Por sua vez, Guilherme Castelo Branco estranhou a súbita necessidade de justificação por parte de Margarida, levantando a suspeita de que onde há fumo, pode haver fogo: “Acho estranho ela ter a necessidade de vir justificar que acabem com os rumores. (…) O precedente, para mim, é esse. Não é a fotografia”, analisou, sugerindo que a reação pode esconder insegurança na relação.