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V+ Fama arrasa Gustavo Santos após polémica com Nuno Markl: “Só uma alma iluminada para dizer este tipo de coisas”

A nova entrevista do ex-apresentador à Nova Gente deu que falar. Gustavo tentou suavizar o ataque inicial, mas os comentadores do V+ TVI acham que ele apenas quer vender revistas e impor as suas crenças.

O programa “V+ Fama”, transmitido esta segunda-feira, dia 12 de janeiro, trouxe para a mesa de debate as recentes declarações de Gustavo Santos à revista Nova Gente.

O ex-apresentador voltou a abordar a polémica com Nuno Markl e o AVC sofrido pelo radialista, reabrindo a discussão sobre as vacinas.

Conduzido por Adriano Silva Martins, o painel de comentadores não poupou nas críticas à postura de Gustavo Santos, que, segundo eles, tentou disfarçar as suas teorias da conspiração com um tom falsamente conciliador: “O ex-apresentador verteu no passado umas duras declarações sobre o AVC do radialista e agora (…) até entrega aqui um tom mais ponderado e amável. Mas se calhar nem tanto”, introduziu o apresentador, lançando o mote para a conversa.

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António Leal e Silva foi o primeiro a insurgir-se contra o conteúdo das afirmações, ridicularizando as teses defendidas pelo escritor sobre “bichos dentro das pessoas” e teorias da conspiração sanitária.

“Eu acho que isso foi um assunto que na altura ele falou, já deu conversa, já deu seguidores (…) e agora acho que é a altura para parar e acho que não é de bom tom continuar com a mesma conversa”, defendeu o comentador, visivelmente agastado com a insistência no tema.

Pedro Capitão, por sua vez, destacou a incoerência e o absurdo de uma das frases proferidas por Gustavo Santos, que defende que não se devem desejar as melhoras a quem está doente: “Só uma alma iluminada, como o Gustavo Santos, para ter este tipo de discurso. Porque desde o primórdio dos tempos (…) efetivamente desejam-se as melhores às pessoas. Então o que é que se diz? A morte?”, ironizou o ex-concorrente da Casa dos Segredos.

Marta Aragão Pinto tentou analisar a estratégia por trás das declarações, concluindo que o humorista foi apenas um veículo para Gustavo Santos propagar a sua agenda: “O Gustavo usou o Nuno Markl um bocadinho como bode expiatório para dar a sua opinião (…) Acho que foi infeliz associar uma coisa que ele defende, uma causa que ele defende, àquilo que aconteceu ao Nuno”, explicou.

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O debate aqueceu quando o tema das vacinas e da saúde pública veio à baila, com António Leal e Silva a assumir uma posição firme em defesa da ciência e contra a desinformação: “A nossa liberdade acaba, termina, quando prejudicamos a liberdade dos outros (…) Existem pessoas que se recusam a dar as vacinas aos filhos. Isso é gravíssimo”, alertou, lembrando o perigo do regresso de doenças erradicadas.

Para Adriano Silva Martins, não restam dúvidas de que as declarações foram “muito inconvenientes” e que a tentativa de suavizar o discurso falhou redondamente: “Se não for este tema, o Gustavo Santos, hoje, dia 12 de janeiro de 2026, fala do quê na Nova Gente? Se não for falar do Nuno Markl?”, questionou o apresentador.

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