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V+ Fama debate decisão de Luciana Abreu em colocar filha num colégio interno: “Motivos muito fortes”

Adriano Silva Martins recordou que a notícia tinha sido avançada em primeira mão pelo Dioguinho. O painel dividiu-se sobre as justificações dadas pela atriz e a possível rebeldia da adolescente.

O V+ Fama desta quinta-feira, 19 de março, abriu com um tema que tem gerado muito falatório nas redes sociais: a decisão de Luciana Abreu em matricular a filha mais velha, Lyonce, num colégio interno no Porto.

O apresentador Adriano Silva Martins fez questão de recordar que a notícia foi avançada em primeira mão pelo site Dioguinho logo em janeiro, tendo sido apenas confirmada agora pela cantora numa entrevista à revista TV Guia.

As justificações públicas de Luciana Abreu – que alegou ter escolhido o colégio por ser uma escola internacional com forte componente na área da psicologia e das artes – não convenceram o anfitrião do formato: “Será que em Lisboa não há escolas internacionais? (…) Para mim essa [justificação] não é válida”.

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Marta Aragão Pinto alinhou pelo mesmo ceticismo e levantou a ponta do véu sobre os verdadeiros motivos que levam os pais a tomar uma decisão tão radical: “para uma mãe ou um pai tomar a decisão de colocar um filho num colégio interno principalmente a quilómetros de distância, tem que haver um motivo muito forte”.

A comentadora recordou ainda o estigma que acompanha estas instituições: “muitas vezes os colégios internos estão associados aos meninos que se portam mal (…) de quem vai para um colégio interno é porque tem algum problema, não é? Tem algum problema com a família, tem algum problema de educação, tem algum problema de comportamento”.

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No entanto, Isabel Figueira trouxe uma perspetiva diferente e saiu em defesa da atriz da SIC, elogiando a coragem necessária para tomar medidas que visam impor limites aos adolescentes: “Nós como pais temos um papel que é o papel de educar e muitas vezes temos que tomar decisões difíceis da nossa vida, não para o nosso bem, mas acima de tudo para o bem dos nossos filhos”.

Desafiando a ideia de que o amor materno significa apenas proximidade física, Isabel Figueira rematou o raciocínio com um conselho duro sobre a educação na adolescência: “Nós também temos que lhes impor regras e, muitas vezes, afastá-los, porque estamos a mimar demais e deixar que eles cresçam e que a vida lhes ensine. Portanto, entre colégios internos e outras opções que, muitas vezes, os pais têm que tomar, não são fáceis (…) Eu tenho sempre a imagem da Luciana, sempre uma mãe guerreira com as filhas”.

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