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Zulmira Garrido relata descontrolo e fúria após a morte do filho: “Perdi completamente as estribeiras”

A comentadora do Passadeira Vermelha emocionou-se ao recordar a ida à antiga casa de Eduardo. A dor do luto resultou numa agressão inesperada a um amigo próximo.

A emissão do Passadeira Vermelha desta terça-feira, 10 de março, contou com um momento de grande choque e emoção protagonizado por Zulmira Garrido.

Durante a análise a um vídeo partilhado por Rita Pereira, no qual a atriz recordava a casa da falecida avó, a comentadora da SIC Caras decidiu partilhar relacionado com a dor de perder o seu filho, Eduardo.

Ao lado de Sara Avelar e Filipa Torrinha Nunes, a comentadora recordou a altura em que tomou a difícil decisão de visitar a antiga habitação do filho para recolher os seus pertences pessoais.

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Apesar de se sentir preparada numa fase inicial, Zulmira confessou que sobrestimou a sua capacidade de lidar com a realidade: “Olha, eu vou contar um episódio que teve a ver comigo, nem devia tocar nisto, mas vem tão a propósito. (…) Quando o meu filho partiu, eu tive de ir à casa dele também tirar tudo o que era dele- não tinha que ir porque a casa era minha, mas tinha lá imensas coisas dele que eu achava que devia trazer para minha casa- e achei que era capaz, fui cheia de força”.

O embate com o luto aconteceu logo nos primeiros segundos à porta, e Zulmira Garrido explicou que tinha contrariado os conselhos e avisos dos amigos mais próximos, nomeadamente de Pedro Pinho, que se tinha voluntariado para fazer a limpeza e recolha dos objetos no seu lugar para a poupar ao sofrimento.

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O desfecho da visita culminou num ataque de pânico e desespero incontrolável, com a comentadora a admitir que acabou por descarregar toda a sua fúria e angústia fisicamente no amigo: “Já me tinham dito, amigos meus, nomeadamente o Pedro Pinho, que me disse: Não vás, eu vou, eu faço a limpeza da casa, eu tiro as coisas todas do Eduardo. E eu: Não, eu vou, eu vou. Ele vai à frente, eu fui a seguir. Quando toquei à porta e ele veio-me abrir a porta, eu até o agredi. Eu bati-lhe. Eu agarrei-me a ele e agredi-o, porque perdi completamente as estribeiras e a revolta foi tão grande que foi ele, coitado, o saco de batatas, ao abrir-me a porta”.

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