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A promessa louca de Manuel João Vieira a Flávio Furtado: “Uma cidade para 10 milhões no centro do país”

O eterno candidato diz que as pessoas foram "a rebolar para o litoral" e que a capital perdeu a identidade. A solução? Criar uma megacidade perto de Vila de Rei gerida por Inteligência Artificial.

O mais recente episódio do digital “The Leite Show”, conduzido por Flávio Furtado, recebeu um dos convidados mais inusitados da cena política e artística nacional: Manuel João Vieira, o eterno candidato à Presidência da República.

Como seria de esperar, a conversa pautou-se pelo nonsense e pela sátira, começando logo com o apresentador a questionar as verdadeiras motivações da candidatura.

“Candidatou-se à presidência por convicção ou porque descobriu que o catering de Belém é pago pelos contribuintes?”, perguntou Flávio Furtado.

Sem se desmanchar, o artista recordou o seu longo histórico de tentativas de chegar ao Palácio de Belém, que remonta a 2001, lembrando episódios caricatos das recolhas de assinaturas: “Levámos até um burro para levar as assinaturas. E se o burro ainda é vivo? Não sei, mas se for vivo, vai morrer em breve”, atirou Vieira, desviando o assunto para a biologia, disciplina onde garante ter tido “excelentes notas”.

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Quando questionado sobre as qualidades que traria para a chefia do Estado, Manuel João Vieira destacou a sua capacidade de improviso e de influência, sugerindo uma diplomacia muito própria: “Acho que posso fazer alguns telefonemas aqui e ali, que podem acabar com alguns problemas, nomeadamente problemas para o nosso bonito país”, garantiu.

Mas foi ao abordar a crise da habitação que o candidato apresentou a sua visão mais surreal, criticando a desertificação do interior e a sobrelotação da costa com uma imagem visual forte: “As pessoas vieram todas, é natural, porque vão a rebolar, vieram todas para o litoral a rebolar, ora isso faz com que as casas do litoral tenham preços completamente incompatíveis”, explicou.

O artista lamentou ainda a perda de identidade da capital, num tom provocador e politicamente incorreto: “Em Lisboa, já não há lisboetas, e esqueceram-se até de deixar as prostitutas, estes chóferes de táxis típicos da capital”.

Para resolver o problema do alojamento, Manuel João Vieira apresentou a Flávio Furtado a joia da coroa do seu programa eleitoral (disponível em Vieira2026.com): a construção de uma megalópole no interior de Portugal: “Vamos fazer uma cidade para 10 milhões de portugueses, com o epicentro no centro do país, que fica muito perto de Vila de Rei”, anunciou.

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Nesta cidade utópica idealizada pelo candidato, o trabalho humano seria obsoleto, substituído pela tecnologia de ponta para garantir o ócio da população.

“Nessa cidade as pessoas não terão que trabalhar, porque a inteligência artificial, a robótica e a mecânica resolverão todos os problemas (…) O que as pessoas terão que fazer é, para resolver um problema, terem que tocar no botão”, concluiu, prometendo um futuro onde não existem horários nem sindicatos.

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