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Adriano Silva Martins critica greve de Cristiano Ronaldo aos jogos: “Não é correto”

No dia em que o craque celebra 41 anos, o ambiente no Al Nassr é de guerra aberta. O apresentador do V+ Fama questionou o profissionalismo de Ronaldo por se recusar a jogar, enquanto Isabel Figueira defendeu que ele está a "reivindicar a razão dele".

No dia em que Cristiano Ronaldo celebra o seu 41.º aniversário, o ambiente festivo foi ensombrado pela tensão profissional que o jogador vive na Arábia Saudita, tema que dominou a análise no programa V+ Fama desta quinta-feira.

Adriano Silva Martins abriu o segmento com uma nota agridoce, contrastando a data especial com o conflito laboral: “O nosso futebolista mais internacional celebra hoje 41 anos, mas no campo profissional não tem motivos para celebrar. O jogador continua sem jogar pelo Al Nassr e já se fala de uma saída da Arábia Saudita e até de um possível regresso ao Sporting”.

A notícia de que o jato privado do craque aterrou na Madeira esta manhã adensou o mistério, com Marta Aragão Pinto a especular sobre as intenções da viagem: “O que é que pode querer dizer este jato na Madeira? Que vem buscar a mãe e o padrasto para irem passar o aniversário com ele… Se ele tivesse ido para a Madeira passar o aniversário, era uma tomada de posição que eu não sei se posso dizer a palavra grave, mas era”.

Depois começaram a discutir a legitimidade da “greve” de Ronaldo aos jogos oficiais, mantendo apenas a presença nos treinos. Adriano Silva Martins foi perentório na sua crítica, comparando a situação ao seu próprio dever profissional e rejeitando a ideia de “passar paninhos quentes”: “Algumas das meninas alguma vez pensou em dizer-me assim… ‘Hoje não vou ao V+ Fama porque estou de greve’… Porquê? Porque não é correto… Cristiano Ronaldo, não conhecemos as razões, mas não é correto”.

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Isabel Figueira, por outro lado, tentou contextualizar a atitude do jogador como uma forma de protesto dentro da legalidade possível, argumentando que ele não está a abandonar o barco totalmente: “Aqui parece a mim que o facto de ele estar a treinar, ele está a cumprir contrato… Se for por falta do contrato, eles terminam o contrato por justa causa. E isso não pode haver. Portanto, ele sabe muito bem o que é que está a fazer”.

Cláudia Jacques trouxe luz sobre os motivos concretos deste “braço de ferro”, explicando que a insatisfação de Ronaldo se prende com a falta de competitividade do Al Nassr face aos rivais diretos no campeonato saudita.

A comentadora detalhou a estratégia do português: “O que nós sabemos é que esse fundo de investimento não está a fazer… o investimento correto… há dois clubes… que estão a investir e chegaram dois jogadores de peso… E portanto ele sente que estão eles a ficar para trás… E à conta disso decidiu que a maneira que tinha para mostrar o seu descontentamento era fazer greve nos Jogos, mantendo os treinos para não quebrar totalmente com o contrato”. No entanto, Cláudia concordou que a posição é frágil, pois “a obrigação dele não é só ir aos treinos, é ir aos Jogos”.

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