Adriano Silva Martins não poupa Boris: “É demasiado carinhoso com Joana e Vanessa”!
Debate quente no ‘Dois às 10’: a salvação de Boris e a sua proximidade às colegas dividem o painel
No programa Dois às 10 de hoje, Cláudio Ramos recebeu Cinha Jardim, Gonçalo Quinaz e Adriano Silva Martins para analisar os mais recentes acontecimentos da gala do Big Brother.
A atenção do painel incidiu sobre a salvação de Boris e a sua proximidade a Joana e Vanessa, gerando opiniões bastante divididas em estúdio.
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Cinha Jardim abriu o debate assumindo a sua surpresa com o resultado da expulsão, mas elogiou o papel da mulher de Boris cá fora: “Acho que eu gostei que o Boris tivesse sido salvo. Acho-lhe uma certa graça, como disse desde o princípio, mas surpreendeu-me bastante. Achei que era a Sara que ia, mas depois também, realmente pensando que eles tinham os dois, Sara e Nuno, os mesmos votos dos fãs do casal, ou os da Sara mais do que do Nuno, não sabemos, é normal que tenha acontecido o Boris. Dizendo eu que muitos parabéns à mulher dele, realmente, porque ela é que angariou uma data e teve a trabalhar imenso para que o Boris lá ficasse”.
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Adriano Silva Martins não demorou a demonstrar a sua desaprovação perante as atitudes de Boris na casa e confessou que teria uma postura diferente se estivesse na pele da companheira do concorrente: “Eu se fosse a mulher do Boris provavelmente queria tê-lo em casa para ter uma conversa com ele. Mas isto sou eu, eu Adriano Silva Martins”.
Em resposta, Cláudio Ramos defendeu a transparência do jogo de Boris, garantindo que este não engana ninguém e que a sua família sabe com o que contar: “A mulher do Boris, ao contrário do que muita gente diz, sabe exatamente o tipo de homem que ele é. E ele é aquele homem, sim”.
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Apesar da defesa por parte do apresentador, Adriano Silva Martins manteve-se firme na sua crítica à falta de limites do concorrente, apontando os perigos da exposição em televisão nacional: “E outra coisa é tu veres em direto, com Portugal inteiro a ver, certas atitudes. Eu acho que o Boris é demasiado carinhoso. Com isto não estou a dizer que ele tenha feito absolutamente nada e que ele tenha ultrapassado absolutamente nada, mas eu acho que ele é demasiado carinhoso e demasiado dado, para usar aqui as palavras da Cinha, com determinadas pessoas dentro da casa. Primeiro com a Joana e depois com a Vanessa”.
Para rematar o assunto, o comentador frisou que a lealdade num compromisso deve prevalecer, independentemente da intenção das brincadeiras: “Eu não sei se faz isso com intenção, mas eu tenho respeito, se eu estou comprometido com alguém, tenho respeito de não a fazer passar por isso diante de todos os portugueses. (…) Eu percebo que aquilo não é nada, eu percebo que aquilo não é nada, mas eu não gostaria de ver se estivesse no lugar da minha avó”.