Alexandre Monteiro analisa Paula e Carlos no ‘Casados’ e garante: “A Paula está numa máscara profissional”
Especialista analisa Carlos e Paula: "O Carlos é um manipulador lobo e a Paula é raposa"
No «Casa Feliz», as diferentes facetas demonstradas por Carlos Henriques e o controlo emocional de Paula foram alvo de um escrutínio detalhado.
O percurso de Carlos Henriques e Paula em «Casados à Primeira Vista» continua a levantar sérias dúvidas sobre a autenticidade das respetivas posturas. Na tertúlia do programa «Casa Feliz», da SIC, o painel de comentadores avaliou as dinâmicas do casal, com Domingos a destacar as mudanças repentinas de comportamento demonstradas pelo noivo ao longo das semanas.
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“Temos aqui o tal chamado bicéfalo, não é? Que tem sempre duas personalidades. É a própria Paula que diz que eu conheço como o Carlos 1, o Carlos 2. E eu a gosto é do Carlos 1“, recordou Domingos, lembrando que o concorrente evidenciou uma postura diferente em entrevistas anteriores. “Ele a semana passada veio cá […] já tinha outra personalidade. […] Eu acho que ele é, muito sinceramente, ele é uma mistura daquelas três personalidades, porque eu acho que ele, analisando bem, ele provavelmente não deve ser assim no seu dia a dia, e ele ganhou uma faceta ali de ator, começou a achar-se engraçado e achou que fazia graça também aos outros“, explicou o comentador.
Isa partilhou da mesma visão, notando que “desde o início que o Carlos se vê que está ali para ser ator e todos os comportamentos que ele vai mantendo é para ficar lá“.
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Convidado a descodificar o perfil psicológico de ambos, o especialista em linguagem corporal Alexandre Monteiro recorreu à teoria das máscaras sociais para definir a atitude de Paula. “A Paula neste momento está numa máscara profissional, que é não mostrar aquilo que ela realmente é. Só que a máscara profissional nós não podemos estar nela durante muito tempo. E depois começam a surgir estas palavras como repulsa. Que é, ela, o que é que fez? Quando teve tanto tempo aquele não gostar tanto, tanto, tanto, chegou uma altura, sai logo a palavra que é repulsa, que é a mais nojenta de todas“, afirmou.
O decifrador de pessoas foi mais longe e garantiu que o jogo de influências é mútuo, embora exercido através de estratégias opostas. “O Carlos acontece-lhe estas relações porque nós temos as relações que merecemos. […] E o Carlos também é um manipulador, não é só a Paula“, clarificou.
“O Carlos tem um manipulador lobo, que é uma manipulação de ferir o outro, da dentadura da quinita, falta de inteligência, é burra, pronto, faz isso. A Paula é um manipulador raposa. Que é, ela nunca tem culpa de nada. Nunca tem culpa de nada. ‘A culpa não é minha, eu não fiz isto para humilhar o Carlos.’ Não, ela fez mesmo para humilhar o Carlos. […] Porque a Raposa faz sempre isto, a culpa é sempre do outro“, concluiu o especialista.
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