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António Pedro Cerdeira acusado de violência doméstica. Reveladas as testemunhas de peso

No V+ Fama, Adriano Silva Martins revelou os nomes que vão depor a favor de Susana Silva, a ex-companheira do ator. O painel discutiu ainda a morosidade da justiça e o impacto na vida dos intervenientes.

O julgamento do ator António Pedro Cerdeira, que responde a uma acusação de violência doméstica interposta pela ex-companheira Susana Silva, tem início marcado para a próxima quinta-feira, 16 de abril de 2026.

O tema foi debatido no programa “V+ Fama”, que avançou em exclusivo com os nomes das testemunhas arroladas pela alegada vítima.

Adriano Silva Martins abriu o debate revelando que Susana Silva “conta com três testemunhas de peso que vão testemunhar no julgamento, e são eles: Rita Guerra, ex-mulher de António Pedro Cerdeira, a atriz Marina Mota e o músico Miguel Gameiro”.

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Para António Leal e Silva, a presença de uma antiga companheira no banco das testemunhas tem particular relevância. “Não há dúvida nenhuma que em termos de testemunhas, no caso da Marina Mota, e então uma ex-mulher pode ter algum peso, agora depende do que é que vão testemunhar, qual vai ser o pensamento e a decisão do juiz”, refletiu o comentador.

Cláudia Jacques também notou o caráter inédito da decisão de Rita Guerra, lembrando que a cantora “nunca meteu nenhum processo contra o António Pedro Cerdeira enquanto estiveram juntos, mas agora aceitou ser testemunha da Susana. Haverá motivos que nós não sabemos, que se irão discutir com certeza em tribunal.” Sobre Marina Mota, a comentadora apontou a “proximidade muito grande” e a amizade com o ator, frisando que as testemunhas só poderão falar sobre “os momentos exteriores que viram. O que se passou dentro de casa, ninguém pode testemunhar.”

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Apesar de as opiniões e possíveis motivações variarem, o painel foi unânime ao condenar a morosidade do processo. Guilherme Castelo Branco centrou as suas críticas no tempo de espera da Justiça portuguesa: “A justiça não poderia demorar tanto tempo. Este processo tem uma primeira acusação, uma primeira alegação feita à polícia em 2020. Estamos em 2026. As pessoas ficam com a vida suspensa durante seis anos. Isto tem um impacto severo, seja na alegada vítima, seja na vida do alegado agressor. (…) Na minha modéstia opinião, este tipo de coisas devia haver uma forma de haver mais celeridade na resolução.”

Por seu lado, António Leal e Silva, apesar de sublinhar que a violência doméstica “é um crime hediondo que (…) tem de ser condenado e julgado sem dó nem piedade”, deixou também um alerta geral (sem se referir especificamente a este caso) sobre as falsas denúncias: “Sabemos que há muita utilização do termo violência doméstica, sem existir violência doméstica nenhuma, para atingir outros objetivos (…) ao provar-se que é tudo mentira e que não passou de uma invenção (…) a pessoa que inventou também devia ser condenada.”

As primeiras audiências do julgamento decorrerão entre 16 e 30 de abril.

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