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Após acusações de Luís Osório, Paulo de Carvalho partilha reflexão: “O ser humano é estranho…”

O cantor alega ter sido "vítima de uma série de graves calúnias" por parte do jornalista.

Paulo de Carvalho tem estado debaixo de polémica após acusações de desprezo e ingratidão por parte de Luís Osório.

Luís Osório comentou a biografia do cantor e alegou que o seu pai, José Manuel Osório, foi despedido após ser diagnosticado com SIDA, deixando “sem indemnização e quase sem dinheiro.

José Manuel Osório foi agente de Paulo de Carvalho durante vários anos e o seu nome não foi referido na biografia: “Nem uma nota de rodapé ou uma vírgula de fosse”.

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Posteriormente, Paulo de Carvalho emitiu um comunicado e afirma ter sido “vítima de uma série de graves calúnias e repudiou a “mentira infame”: “Fui eu quem acompanhou o José Manuel Osório durante a doença (…) Nem foi despedido, nem jamais o estigma de uma qualquer doença seria motivo para me afastar de quem quer que fosse”.

Entretanto, na manhã da passada segunda-feira (23), Luís Osório reagiu: “Se Paulo de Carvalho desejar – se achar por bem – que me processe por difamação do seu bom nome. Terei gosto em esclarecer o tribunal e de levar comigo toda a família direta, todos os que em casa presenciaram o estado de abandono, de sofrimento e de raiva do meu pai (…) Só receio pelo quem vem a seguir. Porque um homem que escreve aquele comunicado é capaz de tudo”.

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Esta terça-feira, 24 de janeiro, Paulo de Carvalho partilhou uma mensagem do Papa Francisco: “O Ser humano é estranho… Briga com os vivos, e leva flores para os mortos; Lança os vivos na sarjeta, e pede um “bom lugar para os mortos”; Se afasta dos vivos, e se agarra desesperados quando estes morrem; Fica anos sem conversar com um vivo, e se desculpa, faz homenagens, quando este morre; Não tem tempo para visitar o vivo, mas tem o dia todo para ir ao velório do morto; Critica, fala mal, ofende o vivo, mas o santifica quando este morre; Não liga, não abraça, não se importam com os vivos, mas se autoflagelam quando estes morrem”.

Aos olhos cegos do homem, o valor do ser humano está na sua morte, e não na sua vida. É bom repensarmos isto, enquanto estamos vivos!”, pode ler-se ainda.

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