Big Brother – Hélder admite bloqueio no jogo por causa dos aliados… “Não ando na creche!”
Hélder admitiu este domingo, 1 de novembro, durante a gala de ‘Big Brother All Stars’, que a atitude protetora de alguns aliados o tem travado na dinâmica da casa.
Em conversa com a apresentadora Maria Botelho Moniz, o concorrente reconheceu que a constante vigilância de quem lhe é próximo acaba por limitar a sua postura nas discussões.
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A anfitriã quis saber se a presença de Helena Isabel o condicionava no dia a dia. A resposta surgiu sem hesitações: “De certa forma, se calhar um bocadinho. Fico um bocadinho abafado. Porque se calhar ela está sempre a dizer: ‘ó Hélder, põe-te à vontade, descontraia-te e olha, mas qualquer coisa pergunta aqui a nós, anda aqui para a nossa beira, a gente quer-te bem’. E acho que ela se calhar, por estar sempre a chamar-me a atenção, ‘olha, Hélder, cuidado com isto, olha, Hélder, cuidado com aquilo’, se calhar a capa não seria eu próprio, porque eu sei-me defender.” Hélder frisou ainda que, sem essas amarras, “podia ser que se calhar até dava um bocadinho mais jogo, mais ação”.
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Questionado se sente uma espécie de travão quando os ânimos se exaltam, rejeitou a necessidade de tutores: “Eu sei-me defender, eu não preciso que toda a gente esteja aqui a controlar-me, porque eu não ando outra vez na escola, na creche. Portanto, eu acho que em parte eles continuarem meus amigos e deixarem-me um bocadinho mais à solta, eles vão ter a certeza que eu não vou deixar ficar mal com eles.”
Sobre se a intervenção de terceiros o prejudica, Hélder explicou que não vê má intenção nas atitudes de Carlos Sousa, Helena Isabel ou Catarina, embora reconheça as consequências do silêncio forçado: “Eu detesto discussões, não me identifico com isso. E eles depois, claro, o Carlos ou a Helena ou até a Catarina, mas acho que mais o Carlos e a Helena são os que mais me defendem aqui na casa. Mas não me sinto sufocado por isso. Agora, se calhar, se eles estivessem mais tempo calados e obrigassem a que o Hélder tivesse que falar, se calhar é isso que os outros meus colegas querem, que seja eu próprio a ouvir mais a sua voz.”
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O assunto deu azo à intervenção de Francisco Monteiro, que identificou de imediato um núcleo duro: “Eu considero que o Hélder, a Helena, o Carlos e a CQatarina são neste momento um grupo muito conciso.” Zaza aproveitou para responder a Carlos Sousa e afastar qualquer cenário de agressão: “Eu não percebi de onde é que veio esta animosidade do Carlos para comigo (…) Quando diz ali que muitos de nós se calhar daríamos um passo atrás se fosse para andar ao soco aqui dentro, bem, eu vim aqui para o ‘Big Brother’. Se eu quisesse andar ao soco, ia para o pugilismo, uma coisa qualquer que o valha. Portanto, é normal que aqui nós possamos debater os assuntos e dar opiniões e não chegar a vias de facto.”
Francisco Monteiro garantiu que Carlos Sousa utilizou o colega como estratégia: “O Carlos sim acabou por utilizar o Hélder apenas e só como um veículo para chegar onde queria. Pegou em vários temas sobre mim que acho que não fazem sentido nenhum, até porque acho que nunca fui incorreto com o Carlos.” Acrescentou ainda que o conflito escalou com a abordagem a matérias sensíveis: “Nós estamos num programa de televisão e é um tema muito sério aí fora que muita gente passa. Estar aqui a brincar com um tema como bullying, quer dizer, o Hélder tem 40 e tal anos, o que seria se o Hélder não se conseguisse defender de qualquer pessoa que aqui está dentro.” Na visão de Zaza, o concorrente “é muito boa pessoa e acaba por ficar abafado por quem o rodeia”, concluindo que essas companhias “não são as melhores pessoas para ele”.
Zaza comentou também a decisão recente de Sónia em atribuir o Portal do Tempo a Joana, em vez de o escolher a ele: “Eu comecei uma relação de amizade com a Sónia não é à espera que exista algo em troca. Agora, a partir do momento em que nós estamos juntos aqui há dois meses, obviamente eu pensaria pelo menos que ao ter alguma coisa em mãos, a Sónia partilhasse com as pessoas que lhe são mais próximas. Eventualmente com a Sandrina, comigo. Portanto, quando partilhou com a Joana, fiquei um pouco admirado, mas é o que é.”
Instado a responder, Carlos Sousa refutou qualquer receio fora das quatro paredes da casa: “Apenas dei um exemplo que se fosse lá fora, se calhar nem se levantavam dos sofás, mas como aqui não há essa hipótese, ainda bem que não há (…) Aqui toda a gente diz e fala o que quer porque estão aqui dentro.”
Sobre a acusação de manipular o amigo nas discussões, Carlos Sousa defendeu-se de imediato: “Sempre que eu fiz ou disse algo foi para ajudar (…) O Francisco disse que eu usei o Hélder como arma de arremesso. Não sei onde é que isso possa acontecer. Nem eu disse ao Hélder: ‘olha, vai falar com o Francisco’. Mentira.” A rematar, justificou o instinto de solidariedade: “Mais uma vez vou tocar no mesmo assunto, os amigos servem para isso. Fui educado a isso, uma pessoa proteger os nossos. Se isso é errado, peço imensa desculpa. Peço desculpa a quem está a ver isto e pensa que foi uma arma de arremesso, mas não foi. Mas é a opinião dele, vale o que vale.”