‘Big Brother Verão’: Sara desabafa sobre “teatro” da ‘Casa da Avó’ e a sua humilhação com Boris
A polémica instalou-se na manhã de quinta-feira, 23 de julho de 2026, com Joaquim e Tatiana a questionarem a natureza das "provas" da situação.
Na manhã de quinta-feira, 23 de julho de 2026, Sara não conteve a sua indignação no ‘Big Brother Verão’, sentindo-se “humilhada” por colegas da ‘Casa da Avó’ que, segundo ela, gozaram com a situação entre si e Boris. O alvo principal da sua fúria foi João Ventura, a quem criticou duramente.
A concorrente não poupou nas palavras, atirando que não entendia a atitude de Ventura. “Eu vi uma crónica da vida de um Ventura que sofreu bullying que também sentiu humilhação, sabe o que é sentir humilhação, e mesmo assim vai gozar com a situação”, disse, visivelmente abalada.
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Sara admitiu que a situação a deixou em lágrimas. “Foi uma situação em que eu me senti humilhada e eles vão reviver a situação, fingir que a situação está e fazer ali um teatro. Ai, para, senão vou chorar. Mas que sentido é que isto faz?”, desabafou.
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Tatiana, por seu lado, sublinhou que nem tudo vale no jogo. “Nem tudo aqui, para mim, nem tudo é jogo, nem tudo vale”, lembrou, enquanto Joaquim tentava perceber a linha entre a brincadeira e a maldade.
Joaquim referiu-se à situação de Sara e Boris, que se confirmou ter terminado. “O que aconteceu foi isso, a confirmação foi o par acabou, porque até aí podia ser só um teatro, uma brincadeira”, contou. Mais tarde, atirou que era difícil de entender a postura dos colegas: “A malta viu-te chorar sufocada, ainda consegue estar com essa brincadeira? Não consigo mesmo entender o que é que vai na cabeça da malta.”
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Tatiana alertou para a necessidade de provas antes de julgar. “Não levantem falsos testemunhos até que tenham provas de que realmente isto aconteceu”, pediu. Joaquim, contudo, apontou que a única prova irrefutável seria a exibição das imagens pelo próprio ‘Big Brother’. “O que eu estou a dizer quando digo provas é se o ‘Big Brother’ mostrar. É imagens. Ah, mas eu vi com os meus olhos”, afirmou, revelando a sua convicção pessoal.
A incerteza sobre a intenção dos colegas permaneceu no ar. “Pois nunca vou saber, nunca vou saber”, lamentou Joaquim. O concorrente descreveu o que viu: “Então foi um teatro, um bater à porta com força, um não faz nada à prova, diz qualquer merda, ela diz para, que para, senão eu choro. É o que eu vi.”
Sara, perante a dúvida, acabou por concluir: “Se eu tenho a certeza, não tenho nada nesta vida.” Joaquim partilhou um sentimento semelhante de dúvida e convicção: “Se tenho 90 e tal por cento de certeza, acho que sim. Ou então, pá, sou eu que estou a ver coisas onde não existe.”