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Bruno Candé morreu há um ano. “O medo dos racistas é que aceitemos a nossa cor com plenitude”

Bruno Candé foi baleado mortalmente em plena rua a 25 de julho de 2020, há um ano.

O homicida, um homem de terceira idade, foi condenado recentemente a uma pena de 22 anos e nove meses de prisão. O crime foi “perpetrado por ódio racial“.

David Gomes, um jovem ator e cantor que participou em vários programas de talentos, não esqueceu a triste data e assinalou-a nas redes sociais: “Há um ano a vida de muitos de nós mudava, há um ano reencontrámos uma dor que a ninguém desejo. Há um ano respirar ficou mais difícil e a sentença da nossa cor mais precisa. Desde aqueles que o Bruno amava e que amavam o Bruno, até aqueles que dele nada sabiam para além do seu direito de viver… ninguém que respeita a vida de outrem ficou indiferente à indiferença nacional do vivo legado colonial“, começou por escrever no InstaStory.

Seu legado é de amor, e nós, que cá ficamos, cabe-nos combater o ódio com fervor. Por nós, por todos os Bruno, por quem ainda está para vir“, acrescentou.

Que nada no mundo nos retire o amor pela nossa negritude. O medo dos racistas é que aceitemos a nossa cor com plenitude. Que a terra mãe, os nossos antepassados, a nossa criança anterior e TODOS os nossos sonhos saibam que esta geração sabe que a excelência negra é a nossa revolução. Rest in Power“, rematou.

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