Bruno Simão, que foi expulso este domingo do “Secret Story – Desafio Final”, esteve hoje no programa “Dois às 10”.
Em conversa com Cristina Ferreira, o ex-concorrente fez um balanço da sua passagem pelo reality show da TVI e abordou as tensões vividas com Marisa Susana e Pedro Jorge.
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Logo no início da entrevista, o convidado confessou o alívio por estar junto da família, nomeadamente da mulher e das três filhas. Questionado pela apresentadora sobre a possibilidade de aguentar até ao fim do jogo, Bruno Simão admitiu que seria capaz de o fazer. “Agora aguentava aqueles cinco dias. Foi complicado, foi gerir as emoções, gerir a saudade que era muita”, explicou.
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Cristina Ferreira quis saber se a dificuldade em permanecer na casa estava mais relacionada com as saudades ou com os atritos com os colegas, referindo especificamente Marisa Susana. O ex-concorrente confirmou a existência de momentos atribulados e acusou a adversária de ter uma estratégia delineada. “Eu acho que a Marisa Susana quis levar as coisas desta forma, fazer esta narrativa. Acho que lhe deu muito mais jeito e ela chegou a verbalizá-lo para o final que isto foi assim, mas a verdade é que estamos aqui os dois”, atirou. Assumiu ainda que a colega foi a pessoa com quem teve mais dificuldades em lidar, revelando que se preparou previamente para esse embate.
Outro dos temas abordados foi a relação distante com Pedro Jorge, apesar de Bruno Simão ter tentado uma aproximação nas primeiras semanas. O ex-concorrente refutou a ideia de que apenas tentou resolver as divergências na reta final e fez um mea culpa sobre a sua própria inércia face às investidas do adversário no jogo. “De fora é fácil fazer-se análises, mas lá dentro é que é mais complicado e eu senti, foi um erro meu e eu também o verbalizei dentro da casa, que eu fui deixando as coisas arrastar com o Pedro Jorge”, confessou.
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Para justificar a sua posição e atitude ao longo da edição, concluiu: “Senti que ele me atacava e dava umas chancadas, como eu disse, aqui e ali, nas dinâmicas que nós íamos tendo e em diretos, e eu fiquei sempre calado.”