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Cândido Pereira sem piedade: “Agradeço a Deus por não meter paninhos quentes”

O comentador garantiu que a falta de jeito de Noélia é, na verdade, falta de vontade, criticando a recruta por recusar repetir os exercícios quando os colegas tentam ensinar.

O Extra da 1.ª Companhia desta madrugada ficou marcado pelas críticas contundentes de Cândido Pereira dirigidas a Noélia Pereira.

Conhecido por não ter a algarvia como a sua concorrente de eleição, o comentador aproveitou o tempo de antena para fazer uma análise impiedosa à prestação da finalista, recusando qualquer tipo de condescendência perante as dificuldades físicas que esta apresenta nos exercícios militares.

Logo a abrir a sua intervenção, Cândido fez questão de justificar a sua postura assertiva e sem filtros, recorrendo à ironia para explicar o seu papel no painel. O comentador atirou que “é sempre à meia-noite e vinte e cinco que eu agradeço a Deus Nosso Senhor… Por eu não meter paninhos quentes em tudo, é só por isso que estamos aqui há dois meses”. Com este mote lançado, Cândido desconstruiu a narrativa de que Noélia apenas não tem jeito, contrapondo com a ideia de falta de esforço.

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Embora tenha concedido que “ah pois nós temos mais dificuldades, nós não nasceram para ser militares… vamos lá ver, nem todos aprendem ao mesmo tempo, é verdade, nem todos têm as mesmas aptidões, é verdade”, o comentador rapidamente mudou o tom para sublinhar que “também faz mais quem quer do que quem pode”. Para Cândido Pereira, o problema reside na atitude da concorrente perante os obstáculos, acusando-a diretamente de falta de vontade.

Sem rodeios, Cândido afirmou que “muitas das vezes a Noélia não aprende, não é por ter só dificuldade, é porque não quer aprender“. O comentador algarvio sustentou a sua tese descrevendo o comportamento da recruta quando é ajudada pelos pares: “Porque ela tem muitas oportunidades, então os colegas ensinaram, ‘agora faz mais uma vez’, ‘não, não, está bom, está bom’ e segue”.

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Para o comentador, esta postura de desistência fácil é inaceitável num contexto de superação, defendendo que a exigência deveria ser proporcional à falta de talento natural. Cândido foi perentório ao defender que “não pode, uma pessoa que tem dificuldade tem que fazer o dobro ou o triplo daquilo que os outros fazem”, concluindo a sua análise arrasadora com uma sentença final sobre a prestação de Noélia, classificando-a como “um desinteresse total”.

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