Conhecida pelos papéis em “O Grupo” e “Casino Royale”, a intérprete encontrava-se reformada do mundo da representação desde 1991.
Morreu a atriz Joanna Pettet na passada terça-feira, dia 7 de julho, aos 83 anos de idade. A notícia do falecimento foi confirmada pela sua amiga e antiga agente, Pam DuBois, em declarações à publicação The Hollywood Reporter, revelando que a artista partiu no Temecula Valley Hospital, situado na Califórnia, Estados Unidos. A causa do óbito não foi divulgada até ao momento.
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O falecimento da intérprete ocorreu de forma coincidente no mesmo dia em que se assinalavam precisamente 31 anos após a perda do seu filho, Damien Cord, que faleceu em 1995, aos 26 anos, vítima de uma overdose de heroína. Damien era fruto do casamento da atriz com o também ator Alex Cord, união que vigorou entre os anos de 1968 e 1989.
Através de uma publicação partilhada na rede social Facebook, Pam DuBois lamentou a perda e recordou a ligação entre mãe e filho. “Todos amávamos a Jo, mas havia uma pessoa que a amava ainda mais. E ontem, no 31.º aniversário da sua morte, o Damien Cord levou a mãe para o céu, onde ela ficará para sempre com ele. Que Deus a abençoe, Jo. Joanna Pettet, 16 de novembro de 1942 – 7 de julho de 2026“, escreveu na sua página pessoal.
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Nascida em Londres, no Reino Unido, a 16 de novembro de 1942, Joanna Pettet iniciou o seu percurso artístico nos palcos da Broadway no começo da década de 1960, onde participou em três comédias antes de transitar para o cinema. No grande ecrã, alcançou notoriedade em produções de relevo, como a adaptação do romance de Mary McCarthy “O Grupo”, lançada em 1966, no papel de Kay Strong, e na longa-metragem de espionagem “Casino Royale”, em 1967, onde deu vida à personagem Mata Bond.
No panorama televisivo, a atriz marcou presença no início dos anos 70 em quatro episódios da produção “Night Gallery”, da NBC, da autoria de Rod Serling.
Mais tarde, integrou o elenco da quarta e quinta temporadas da série “Knots Landing”, transmitida pela CBS em 1983, onde assumiu o papel de Janet Baines e, o seu último trabalho no cinema registou-se no filme “Terror in Paradise”, em 1991, ano em que decidiu oficializar a sua reforma definitiva do mundo da representação.
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