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Cinha Jardim defende Rui Freitas com unhas e dentes: “Ele já é massacrado por toda a gente”

A discussão entre Sara Santos e o músico dividiu o painel do Extra deste sábado. Enquanto Gonçalo Quinaz criticou a arrogância de Rui, Cinha Jardim garantiu que ele respondeu "lindamente" a uma humilhação pública, lembrando que o recruta é um alvo fácil na caserna.

No Extra da 1.ª Companhia transmitido ontem, sábado, 31 de janeiro, as imagens da tensão entre Sara Santos e Rui Freitas dominaram o debate em estúdio.

A atriz questionou, de forma brusca, a duração da atuação musical do colega, o que gerou uma resposta torta por parte do músico. O episódio foi analisado ao detalhe e as opiniões dos comentadores não podiam ter sido mais divergentes.

Marta Cardoso, a apresentadora da emissão, lançou o mote recordando que Sara Santos estava a tentar coordenar o espetáculo, mas questionou o painel sobre a reação de ambas as partes: “Foi a apresentadora deste espetáculo. Estava ali mais ou menos a coordenar isto. À altura vira-se para o Rui: ‘Tu vais estar 10 minutos a fazer isto?’. E ele achou desagradável. O que é que te apareceu aqui? Quer a intervenção dela, quer a resposta.”

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Gonçalo Quinaz foi o primeiro a tomar a palavra, reconhecendo a falta de tato da atriz, mas dirigindo as suas críticas mais severas à personalidade do músico, que considera intragável: “Obviamente foi desagradável. A forma como ela abordou e coloca a questão é desagradável. Mas também a resposta dele acaba por não ser da melhor maneira. A resposta dele, ‘se quiseres, nem sequer toco’ (…) Quer dizer, desagradável. É um bocadinho à imagem daquilo que ele nos tem vindo a oferecer quase desde o início. Esta é a postura dele. É a postura de que ninguém lhe pode dizer nada. É a postura de que ninguém lhe pode colocar nenhuma questão. É a postura de que ninguém lhe pode chamar a atenção. Responde-se sempre desta maneira, com este tipo de atitude que não lhe fica nada bem.”

Enquanto Marta Cardoso tentava classificar a reação como puramente “defensiva“, Cinha Jardim interveio para discordar totalmente da leitura de Quinaz.

A socialite assumiu uma defesa acérrima de Rui Freitas, argumentando que a pergunta de Sara Santos foi despropositada e humilhante perante o grupo: “Eu acho que ele respondeu lindamente. Melhor eu não teria respondido, realmente. É uma reação a uma (…) ele está a reagir a uma coisa. Ele está a ensaiar, estão todos numa festa, está tudo. É uma desgarrada. Ou a Sara não sabe o que é uma desgarrada, ou nunca ouviu. Ou então, também, não tem que perguntar em frente a toda a gente ‘tu vais ficar aí dez minutos a cantar e…’.”

Cinha Jardim foi mais longe e contextualizou a reação do músico com o ambiente hostil que, na sua opinião, ele vive dentro da base, sugerindo que existe uma perseguição coletiva: “Ele já tem, Marta, ele já tem este complexo. Ele já é massacrado por toda a gente. Ele é maltratado até algumas vezes pelas pessoas. E querem o quê? Que ele seja um…”

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