João Baião fecha 2025 com chave de ouro e foca-se na saúde em 2026: “Sinto-me quase a Taylor Swift”
Numa extensa entrevista à Lux, o comunicador fala do sucesso do espetáculo "Baião d'Oxigénio". Com dois camiões e uma equipa de luxo, Baião assume o risco da produção e garante que não ficaram sonhos por cumprir, embora deseje abrandar para cuidar de si em 2026.
João Baião, uma das figuras mais queridas da televisão portuguesa, concedeu uma extensa entrevista à revista Lux onde fez o balanço do seu ano de 2025.
O apresentador, conhecido pela sua energia inesgotável, não tem dúvidas em classificar o ano transato como um período de excelência profissional, marcado por grandes desafios e conquistas pessoais.
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Olhando para trás, o comunicador da SIC descreve 2025 com adjetivos fortes, realçando a intensidade do trabalho acumulado entre a televisão e a sua produtora: “Sinto que foi um ano auspicioso, foi um ano maravilhoso! Foi um ano intenso de trabalho, na Casa Feliz, no Domingão, estreei o terceiro projeto da minha produtora, a B Produções, o Baião d’Oxigénio, um espetáculo de que me orgulho, com uma equipa pequenina, mas muito consistente e muito profissional.”
Foi precisamente ao falar da logística deste espetáculo que João Baião protagonizou um momento de humor, comparando a dimensão da sua digressão à de uma das maiores estrelas da música mundial, devido à complexidade da montagem: “Um espetáculo onde as exigências foram maiores em termos de montagem: dois camiões pela estrada e mais duas carrinhas. Sinto-me quase a Taylor Swift… [risos]. Continua a ser um risco, porque de montagem é a mais grandiosa.”
Para além dos palcos e da apresentação diária, Baião destacou ainda a sua versatilidade ao aceitar desafios fora da sua zona de conforto, como campanhas publicitárias e produções de moda que surpreenderam o público: “Também tive oportunidade de fazer uma campanha para a EDP, que foi muito diferente do que é costume fazer-se, e ter um impacto bom pelo que me foram dizendo. Fiz uma produção da GQ que me levou para um caminho diferente do que as pessoas estão habituadas a ver-me… Foi um ano que, diria, foi o melhor dos últimos anos.”
Quando questionado sobre o que ficou por fazer, João Baião revelou que, apesar de não definir metas rígidas, sentiu que cumpriu os seus objetivos principais. O único lamento prende-se com a falta de tempo para apreciar o trabalho dos colegas, algo que talvez consiga colmatar em 2026, um ano que o próprio definiu como sendo focado na saúde: “Nunca determino muitas coisas, ou seja, estabeleço metas concretas no início de cada ano. Queria muito que este espetáculo corresse bem e, depois de sete meses, excedeu mais uma vez as nossas expectativas. De facto, é um espetáculo diferente, diversificado, e atingiu o ponto com que sonhei. A nível pessoal, se calhar, gostava de ter ido ver mais alguns espetáculos, mas não consegui… No entanto, não houve nada que tivesse ficado por fazer.”