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Co-piloto da Germanwings trancou-se no cockpit e provocou queda do avião

Durante esta madrugada o New York Post tinha adiantado que o acidente poderá ter sido propositado pelo co-piloto porque o piloto saiu do cockpit e não conseguiu regressar. Já ao final desta manhã as noticias em todo o mundo começam a confirmar essa tese, e a ganhar cada vez mais força. Andreas Lubitz, Alemão, de 28 anos, estava há seis meses a trabalhar na Germanwings e poderá ter provocado a queda do Airbus 320 da subsidiária da Luftansa.

Ainda assim o El País garante, “não há nenhum dado que relacione o co-piloto com atividades terroristas.”

Já na passada quarta-feira o Rémy Jouty, responsável do gabinete de investigação de acidentes aéreos (BEA) tinha admitido que este acidente poderia ter sido propositado, nada justificava o acidente. O jornal Observador ouviu uma fonte que trabalha na àrea e é sempre possível abrir a porta do lado de fora recorrendo a códigos, mesmo quando o cockpit está vazio, mas se estiver bloqueado da parte de dentro ou se houver uma eventual falha, não funcionará. São as duas únicas exceções.

O dioguinho sabe que a  companhia Low Cost Ryanair por exemplo tem sempre dois elementos da equipa no cockpit mesmo quando o capitão ou co-piloto se ausenta (entra um elemento dos cabin crew). Esta é uma regra interna e não uma lei, mas que poderá a vir ser implementada com o acontecimento da passada terça-feira.

A Lufthansa recusou comentar a notícia avançada pelo New York Times.

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