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Comentadores do V+ Fama rendidos a Luíza Abreu: “A família é tudo, o que passou, passou”

As zangas com a irmã e os rumores de desvios de dinheiro estiveram em destaque. António Leal e Silva e Cláudia Jacques destacaram a postura pacífica e as lágrimas da companheira de João Moura Caetano.

A entrevista emotiva de Luíza Abreu ao programa Júlia, na SIC, foi o tema na emissão de hoje do V+ Fama.

O painel de comentadores analisou as declarações da companheira de João Moura Caetano, que, grávida da sua primeira filha, Maria Guiomar, abordou o passado traumático de violência doméstica do pai e deixou uma porta aberta para a reconciliação com a irmã, Luciana Abreu.

Cláudia Jacques foi a primeira a tomar a palavra, elogiando a honestidade da convidada, com a nortenha a recordar o relato da fuga de casa na noite de aniversário e destacou a comoção sentida quando o tema recaiu sobre o afastamento das sobrinhas: “E que gostava muito das suas sobrinhas. E ela diz, claro, que temos saudades. (…) E as nossas portas estão sempre abertas. Estiveram sempre abertas. E estão abertas para poderem fazer então uma reconciliação. E estarem novamente unidas na família. E disse isto com lágrimas. Porque realmente nota-se que há algo que lhe dói. E que ela mostra uma grande vontade de reatar a relação com a irmã.”

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A postura pacífica e desprovida de ataques foi igualmente enaltecida por António Leal e Silva. O comentador confessou ter ficado bem impressionado com a suavidade da entrevista, acreditando na sinceridade da jovem ao apelar à união do clã, e aproveitou para deixar um conselho direto às duas irmãs: “Muito honesta. Muito verdadeira. E que deixou as portas abertas para uma reconciliação. De forma, pareceu-me a mim, verdadeiro. Sim, sincero. (…) Que eu sou muito família. Sou pela família. Por isso, entendam-se. Falem. Não vale a pena. O que passou, passou. A vida é muito curta. Vamos todos para o mesmo sítio. (…) Relevem as coisas. Não têm assim tanta importância. (…) A família é tudo.”

Guilherme Castelo Branco focou a sua intervenção na ausência de ressentimento por parte de Luíza Abreu, classificando a atitude como uma prova de nobreza de espírito por esta elogiar o talento da irmã sem apontar falhas.

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Ainda lamentou o cenário drástico do corte de relações e descreveu a situação com perplexidade: “Para sempre. Porque as primas não se darem. As primas não se conhecerem. Não saber onde está a tia. Não poder dar-se com a tia. Isto é tudo estranho. Numa família dita normal que está unida. Isto é uma coisa estranha. Porque as pessoas estão vivas. E parece que estão a ver um luto que nunca aconteceu uma morte.”

Por fim, Adriano Silva Martins recordou os rumores públicos de alegados desvios de dinheiro por parte da mãe das jovens, justificações que a própria Luíza desmentiu categoricamente no passado. Este facto levou Guilherme Castelo Branco a questionar se eventuais questões financeiras justificam um afastamento tão radical que impede até o convívio com as crianças da família, apelando ao fim do rancor e defendendo que o dinheiro não deve sobrepor-se aos laços de sangue.

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