Cristiano Ronaldo Jr. convocado para a seleção: “Há sorte quando joga!”
Painel do 'V+ Fama' analisa chamada aos sub-17 e discute possibilidade de partilhar relvado com o pai.
Filipe Ramos chamou Cristiano Ronaldo Jr. aos trabalhos da seleção nacional de sub-17.
Aos 16 anos, o jovem futebolista prepara-se para disputar a fase de qualificação do Campeonato da Europa do escalão, dando continuidade ao percurso com as cores de Portugal. A novidade foi analisada esta quarta-feira, 4 de novembro, no programa ‘V+ Fama’, no V+ TVI.
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Adriano Silva Martins abriu o tema na emissão, destacando o momento: “Cristianinho foi convocado para representar a Seleção Nacional de Sub-17, dando um passo importante na sua carreira”.
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Guilherme Castelo Branco fez questão de recordar o trajeto que o filho do avançado tem vindo a construir nos escalões de formação. O comentador sublinhou o registo desportivo recente: “Ele já tinha, no ano passado em maio, integrado os sub-15, onde marcou, salvo erro, dois golos. Depois esteve nos sub-16. Já esteve em quatro competições, duas de sub-15 e duas de sub-16. Não marcou em todas, mas marcou em duas delas, já marcou cinco golos”. O comentador rematou ainda com uma nota de otimismo sobre o rendimento das equipas por onde o jovem passa: “Pelo menos uma coisa temos a certeza, é que quando o Cristiano Ronaldo Júnior joga, pelo menos há sorte. Os jogos normalmente terminam com vitória”.
O apresentador partilhou ainda outro desejo pessoal ligado à família Aveiro, apontando baterias ao primo do jogador: “Eu tenho pena que o primo Dinis Pereira não esteja convocado, porque o Dinis também é um grande goleador, está-se a transformar num grandíssimo jogador. O filho da Cátia está no Vitória de Guimarães, nas camadas mais jovens, obviamente, mas vai ser um grandíssimo jogador. Tenho muita esperança também. Claro, a carreira é longa, ainda falta”.
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A conversa virou-se de imediato para a hipótese de pai e filho poderem um dia alinhar juntos. Guilherme Castelo Branco recordou esse cenário: “Há um grande sonho, supostamente, o Cristiano Ronaldo de um dia vir a jogar com o filho. Não sabemos se vai concretizar ou não, mas ele entrando agora no sub-17 poderá muito bem vir integrar também a seleção. Se ainda continuar a ser convocado, quem sabe, quiçá no próximo ano a jogarem juntos”. Logo a seguir, Guilherme Castelo Branco abordou as dúvidas sobre a próxima chamada da seleção principal, cuja lista se conhece na sexta-feira, 6 de novembro: “Nesta próxima sexta vamos saber se realmente o Cristiano Ronaldo vai ser convocado para o estágio”.
Em estúdio, as opiniões dividiram-se quanto à presença do capitão luso. António Leal e Silva garantiu acreditar na convocação, mas Pedro Capitão atirou em sentido contrário: “Eu acho que não”.
Adriano Silva Martins alinhou com a previsão de Pedro Capitão, enquanto António Leal e Silva expressou a sua visão sobre a postura do jogador perante uma eventual chamada: “Uma coisa é ser convocado e não vir, outra coisa é não vir. Ele pode ser convocado e não poder vir e não aceitar”. O comentador reforçou: “Agora, a Federação Portuguesa de Futebol não vai convocar o Cristiano Ronaldo? Aí eu não acredito”.
O papel reservado ao jogador em campo acabou por dominar a troca de ideias. Para Adriano Silva Martins, qualquer regresso tem de ter minutos garantidos: “Se ele for convocado e for, é para jogar. Se ele for convocado para ficar no banco, isso é uma ofensa para o Cristiano Ronaldo. Se ele for convocado e não for, é uma ofensa para Portugal e para a Seleção Nacional”.
António Leal e Silva tentou enquadrar a gestão técnica de Jorge Jesus: “O Cristiano Ronaldo é um jogador como outro qualquer, mas não é bem um jogador como outro qualquer. Tudo isto a acontecer está negociado. O Jorge Jesus para convocar o Cristiano Ronaldo é porque já houve reunião com a Federação”. O comentador explicou ainda que “o pensamento do Jorge Jesus, no meu entender, é o mais correto. Ele está lá, vai ser usado quando é preciso”.
O debate terminou sem consenso na mesa. Enquanto Adriano Silva Martins manifestou sentir que “o Cristiano também não quer voltar”, Pedro Capitão considerou que “não há interesse de nenhuma das partes”, numa discussão que manteve o clã mais famoso do país sob os holofotes.