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Cristina Ferreira: “Eu continuarei a fazer as fazer as minhas escolhas, agradem aos outros ou não”

A apresentadora e diretora da TVI é uma das 25 mulheres mais influentes de Portugal.

Cristina Ferreira voltou a ser distinguida como uma das 25 mulheres mais influentes de Portugal, pela Executiva.

A cerimónia de entrega dos Prémios Executiva decorreu esta quinta-feira, 19 de maio. Cristina Ferreira fez um discurso de improviso e mostrou nas suas redes sociais.

Desde que soube que vinha aqui outra vez, há uma frase que não me sai da cabeça, que é “pareces uma executiva”… E o que é isto de parecer uma executiva? Se pensarmos bem, é a ideia de que se tem de ir vestida como uma executiva, tens de ir com um ar mais executivo. E eu decidi vir com um ar menos executivo do que o desejado porque nós não temos de ser nada daquilo que nos dizem, mas sim o que queremos ser“, começou por dizer a apresentadora e diretora da TVI.

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A Sandra dizia há pouco que não tem medo de abraçar qualquer desafio, e quem me conhece também já percebeu que o medo é uma coisa que a mim não me assiste, e que eu tento fazer aquilo que eu sinto e decido fazer, mesmo que os outros não percebam essas mesmas decisões, porque elas têm de ser nossas e apoiadas por aqueles que nos dão, diariamente, o carinho e o apoio que mais desejamos, seja através da família ou dos amigos. Por isso, acho que todas nós que estamos aqui a ser distinguidas temos de passar aos outros que o caminho é nosso, somos nós que o fazemos e não temos de nos cingir àquilo que os outros querem. E continuarei a tentar que os mais novos olhem para nós e sintam vontade de fazer diferente“, acrescentou.

E há quem diga que é muito fácil falar assim quando se está nesta posição, mas antes de estar nesta posição eu já estive nas outras. E sonhar não me era permitido com grande grandeza, mas eu subi à serra que tenho perto de casa e percebi que o mundo é muito mais do que aquilo que eu tinha à frente. Agora que estou presente num Conselho de Administração percebo cada vez mais o porquê de haver poucas mulheres nesses cargos de destaque. Porque é preciso muita resistência, é preciso ter muita capacidade para não nos sentirmos culpadas por o que quer que seja que os outros nos apontam em relação aos filhos, à família, em relação às horas que passamos fora de casa, em relação àquilo que decidimos ser nosso por mérito e por felicidade“, prosseguiu.

E a única coisa que eu quero é que não haja mulher alguma que se sinta culpada pelas suas decisões, boas ou más, que também as tomamos, e que não deixem que ninguém de fora vos culpe do que quer que seja pelas vossas escolhas. Eu continuarei a fazer as fazer as minhas escolhas, agradem aos outros ou não, desde que eu as sinta como minhas. Se correrem mal, eu cá estou para as resolver. Muito obrigada a todos“, rematou.

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