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Em lágrimas, Luíza Abreu apela às filhas de Luciana: “As nossas portas estão abertas”

A entrevista de vida na SIC ficou marcada pelo choro quando o tema da família e do afastamento foi tocado. A convidada deixou uma mensagem às sobrinhas e reforçou a saudade.

O distanciamento e os conflitos públicos que marcaram o clã Abreu nos últimos anos foram um dos temas mais delicados da entrevista de Luíza Abreu a Júlia Pinheiro, emitida na tarde desta terça-feira, 10 de março de 2026.

A ex-Big Brother não conseguiu conter a emoção ao recordar a ligação que perdeu e abordou a grave doença que a afetou durante a fase mais crítica das polémicas familiares.

Júlia Pinheiro questionou diretamente a origem da anorexia nervosa que deixou a jovem extremamente debilitada no passado.

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Luíza Abreu confessou que a doença surgiu como uma forma de controlo perante o caos em que a sua vida familiar e a exposição mediática se tinham transformado: “Exatamente por estar já distante de casa. Eu fui estudar para o Norte, para a Ballet Teatro, é aí que começa a acontecer. Não ter a minha mãe comigo, o saber que possivelmente precisaria de mim por perto, também, portanto é mais por aí. E ver toda a gente a ficar distante, portanto isso para mim… (…) Tinha perfeita consciência disso, mas a minha prioridade não era eu. A prioridade era a minha mãe.”

Quando a apresentadora abordou o corte de relações com a irmã, Luciana Abreu, e, consequentemente, o afastamento das sobrinhas. Visivelmente emocionada e a lutar contra as lágrimas, Luíza confessou a dor da ausência e garantiu que a falta de contacto não se deve a falta de vontade da sua parte, aproveitando o tempo de antena para deixar uma mensagem sentida às meninas: “Infelizmente, não. Não é por falta de tentativa, é… É o que é. (…) Mas assim como eu tenho memória, as meninas também eu tenho, sem dúvida. Podem estar a ver lá agora? (…) Um grande beijinho para elas com eterna saudade, minha e da vovó.”

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Confrontada por Júlia Pinheiro sobre a inflexibilidade das zangas da família e os motivos que impedem a reconciliação após tantos anos de guerra aberta, Luíza Abreu não quis aprofundar os contornos da rutura, mas deixou uma garantia inabalável de que está pronta para receber a irmã e as sobrinhas de braços abertos, sem exigir justificações: “As nossas portas estão abertas. É. Se me estiveram. Se me perguntarem o porquê, também não lhe consigo explicar isto tudo. Nem eu, nem a nossa mãe. Mas a nossa porta está sempre aberta. O amor é a que prevalece. O amor é que vence tudo. Portanto, só o amor.”

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