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Flávio Furtado avalia ataques a Liliana na Casa dos Segredos

Na gala deste domingo, o comentador relativizou a discussão da comida, mas foi muito duro com o choro e a postura da concorrente.

A gala deste domingo do Secret Story 10 começou de forma intensa com as imagens da polémica semana na casa mais vigiada do país.

O painel de comentadores não poupou nas palavras para analisar os conflitos, especialmente a acesa discussão por causa de um copo de Coca-Cola e a postura de Liliana face aos ataques de que foi alvo.

Flávio Furtado foi o primeiro a intervir e começou por recordar, com humor, uma situação semelhante de privação que viveu num reality show há mais de uma década: “Oh, Cristina, não é só um copo de Coca-Cola. Há 13 anos, eu lembro-me que aquilo que mais me fazia falta na casa era Coca-Cola. E a Rita Pereira, safadona, entra contigo na casa, abre uma à minha frente, não sei se te lembras, deita metade no ralo e atira a lata para o lixo. No fim da gala eu fui ao lixo beber o resto que sobrava. Eu compreendo porque realmente a Coca-Cola… Sabes o que é uma necessidade básica. Agora, primeiro os senhores da Coca-Cola põem os olhos nisto. Publicidade à borla. E invistam já na próxima gala. A prova do Líder tem que ser pulos a abrir garrafas de Coca-Cola com os dentes. Conseguir abrir sem partir o dedo da Coca-Cola. Agora estamos aqui a brincar com isto porque para nós visto de fora isto já é um bocadinho fora daquilo que é.”

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Apesar de desvalorizar o motivo trivial da discussão, Flávio Furtado foi implacável ao analisar a vitimização de Liliana, afirmando que a concorrente está a sofrer as consequências das suas próprias atitudes passadas: “Ou seja, vamos começar então pelo começo. Começando pelo começo. É feio, mas, diz o ditado, quem semeia ventos colhe tempestades. A Liliana está exatamente a colher tudo aquilo que semeou. Depois aquela bandeira das empregadas domésticas pareceu-me… não há necessidade. Se aquilo lhe tocava assim tanto, ela no confessionário tinha dito. E a voz aí iria ser compreensiva porque neste programa ninguém é obrigado a nada. E eu não estou a dizer isto porque a Cristina me escreveu o texto. É porque ninguém é obrigado a nada. E é assim, moço. Pois é. Eu tinha de dizer-lhe os ortográficos, eu não sei até dizer o que tu me pediste. Mas, é, ela tinha dito logo. Olhe, eu não me sinto confortável, não o vou fazer.”

A fechar a sua intervenção, o comentador acusou a concorrente de incoerência e de hipocrisia, relembrando que a própria já teve comportamentos agressivos no passado: “Agora, ela tentou entrar ali numa dinâmica, tentar despertar coisas menos boas nas pessoas, não conseguiu. Desatou naquilo do choro. Agora, o jogo da Liliana eu gosto. Mas tem que ser um jogo de coerente do início ao fim. Ela não pode entrar na hipocrisia de, por exemplo, chamar a cabra a outra e dizer-lhe ‘és cabra porque és cabra porque foste cabra’. E depois dizer, agora como disse, ao Ricardo João e ao Hugo e à Sara que foi muito feio o que eles disseram num palco de domingo à noite perante milhões de espectadores, estar a dizer uma coisa daquelas. Ela também já fez, igual ou pior, lá está. Era mantê-los fechados até o Natal e ninguém nomeava ninguém.”

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