O ataque a Francisco Monteiro à saída do Estádio da Luz voltou a dominar a atualidade televisiva nesta terça-feira, 10 de março de 2026.
O programa V+ Fama analisou os momentos de terror vividos pelo comentador da TVI após o clássico entre o Benfica e o FC Porto, trazendo a público novos detalhes sobre o estado de saúde do antigo vencedor do Big Brother e gerando um debate intenso sobre a segurança no desporto.
Pimpinha Jardim admitiu o receio de abordar assuntos ligados a rivalidades clubísticas, devido ao extremismo e às represálias que o tema costuma gerar na sociedade portuguesa, optando por medir cada palavra ao analisar a caça ao homem movida a Zaza: “Olha, eu vou tentar falar disto da melhor maneira que eu consigo, sendo que eu vou gerir este assunto com pinças, porque no que toca futebol é tudo muito delicado.”
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A comentadora recorda ainda os dados avançados ontem no Noite das Estrelas da CMTV, recordando que o portuense não envergava qualquer cachecol do seu clube quando começou a ser provocado. A troca de palavras escalou rapidamente para uma perseguição no exterior do recinto, onde Francisco Monteiro foi cuspido e agredido até conseguir encontrar refúgio junto de dois agentes da autoridade na zona das roulotes de comida.
Adriano Silva Martins tomou a palavra para revelar que esteve em contacto direto com o portuense e adiantou informações preocupantes. A fuga desesperada para escapar aos agressores acabou por agravar uma condição física pré-existente, obrigando Zaza a procurar assistência clínica nas últimas horas: “o Francisco teve uma lesão no pé há uns tempos, foi operado (…) e depois, devido a estas chatices, ontem teve que voltar a fazer uns exames médicos, porque realmente aquilo que se passou não foi agradável”.
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A escalada de violência gerou indignação no resto do painel, com Marta Aragão Pinto a lamentar profundamente que o futebol tenha deixado de ser um programa de família, confessando que hoje pensa duas vezes antes de levar os próprios filhos à bola devido ao caos constante que se instala nas imediações dos estádios.
António Leal e Silva encerrou o tema repudiando o fanatismo doentio que afasta os verdadeiros adeptos das bancadas: “Já aconteceu a milhares de pessoas e até situações muito, mas muito mais graves. Até já deu mortes. (…) não nos podemos andar a agredir uns aos outros por coisas tão estúpidas”.