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Guerra entre Catarina Miranda e Afonso Leitão te novo capitulo: violência doméstica

O processo, que decorre no DIAP do Montijo, inclui também a controvérsia sobre a perda da gravidez atribuída pela ex-concorrente a uma infeção por clamídia.

Afonso Leitão e Catarina Miranda continuam em rota de colisão nos tribunais, com o processo a ganhar novos capítulos.

O antigo concorrente do ‘Desafio Final’ apresentou aditamentos recentes no DIAP do Montijo, intensificando as acusações contra a ribatejana, após um relacionamento de oito meses que culminou em acusações mútuas e uma denúncia por violência doméstica.

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A separação do casal, em 2026, deu-se enquanto Afonso participava no ‘Desafio Final’. Catarina descobriu mensagens no telemóvel do então namorado. A 26 de maio, anunciou nas redes sociais que deixava de o apoiar e, poucos dias depois, entrou na casa da TVI para pôr fim à relação.

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Entre os novos elementos entregues às autoridades, constam várias mensagens de WhatsApp, que Afonso descreve como “altamente ofensivas”. Nessas conversas, Catarina Miranda usa expressões como “porco do car**”, “filho da p**”, “nojento” e “uma vergonha de homem”. Afonso Leitão entende que tais palavras podem configurar o crime de injúria. Outro ponto em análise é uma mensagem onde a ribatejana acusa o ex-companheiro de agressões. Se essa afirmação se provar falsa, Afonso acredita que poderá estar em causa um crime de denúncia caluniosa.

O ex-concorrente argumenta ainda, nos documentos enviados ao Ministério Público, que o envio repetido de mensagens constitui um padrão de intimidação, hostilidade e humilhação. Alega que tal comportamento lhe causou desgaste psicológico e receio de um agravamento da situação.

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Já Catarina Miranda responsabilizou o antigo namorado pela perda de uma gravidez, afirmando que o aborto espontâneo resultou de uma infeção por clamídia. A polémica ganhou maior visibilidade quando a ribatejana republicou, na rede social X, uma publicação que associava Afonso Leitão a essa doença sexualmente transmissível.

Confrontada pela TV 7 Dias sobre a publicação no X, Catarina Miranda garantiu: “Isso foi a minha equipa. Eu não tenho nada a ver com isso. Depois fui lá retirar. Eu nunca falei mal do Afonso. Eu apenas disse aquilo que ele me fez. A mim nunca ninguém me ouviu falar mal do Afonso. Ao contrário já não se pode dizer o mesmo“.

Para sustentar a sua posição, Afonso Leitão solicitou ao Ministério Público que peça informação clínica ao Hospital Distrital de Santarém, ou à unidade de saúde que acompanhou a gravidez, para clarificar as circunstâncias do aborto espontâneo. Os aditamentos referem ainda outras mensagens onde Catarina Miranda chama o jovem de “doente” e “desgraçado”. Afonso acusa-a também de ter danificado diversas peças de roupa e um iPad, considerando que este conjunto de comportamentos pode ser enquadrado pelas autoridades como violência doméstica.

Questionada pela mesma publicação sobre os desenvolvimentos mais recentes do processo, a ribatejana recusou comentar, adiantando apenas: “No sítio certo, na altura certa, no tempo certo tudo se irá resolver. Eu estou de consciência tranquila”.

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