Inês Morais questiona mérito de Eva Pais para vencer o Secret Story 10
Inês Morais critica falta de jogo de Eva Pais e defende concorrentes que se expõem
Para a vencedora do BB2024, a narrativa de Eva Pais foi impulsionada por acontecimentos externos e não por estratégia própria, levantando o debate sobre o que deve ser premiado num reality show.
A reta final do Secret Story 10 está a colocar em pratos limpos o mérito dos finalistas e, no painel do ‘Última Hora’, Inês Morais não hesitou em apontar o dedo àquela que é considerada por muitos a favorita: Eva Pais e para a comentadora, o sucesso de Eva deve-se mais a uma sucessão de eventos do que a uma prestação ativa. “Como muitas outras pessoas que venceram reality shows, fez assim e caiu-lhe o enredo nas mãos. Não foi preciso fazer mais absolutamente nada“, atirou Inês Morais, defendendo que, para si, a passividade não deveria ser o passaporte para a vitória.
A análise de Inês Morais foca-se na injustiça de premiar quem “não faz nada” em detrimento daqueles que, mesmo errando, se dão ao jogo e tentam movimentar as peças. “É injusto olharmos para concorrentes que se dão ao jogo e para outros que não se dão e dizer: este merece mais porque aquele errou muito mais. Ok, mas este aqui não fez nada“, argumentou.
A própria Eva parece corroborar esta visão, tendo admitido na gala que lhe falta “argumentação” e “posicionamento” em momentos-chave, uma noção que Inês Morais considera fatal para quem aspira a ser um grande jogador.
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Se o jogo de Eva é criticado pela falta de brilho, o comportamento do grupo liderado por Hugo e Ricardo João é arrasado pela falta de ética e de discernimento e Inês Simões mostrou-se estupefata com a incapacidade deste quarteto – que inclui ainda Sara e Jéssica – de reconhecer erros graves, como as ameaças verbais feitas a Liliana. “Quando a Sara diz à Liliana ‘eu rebento-te toda’… eu esperava que eles dissessem ‘exagerei’. Não, ainda batem no peito e dizem ‘vamos com isto até ao fim’“, lamentou a comentadora, classificando a reincidência nos mesmos erros como uma “falta de inteligência inegável“.
A discussão sublinhou ainda o ambiente de “compactuação” que se vive dentro da casa que, segundo Inês Morais, o grupo de Hugo sente-se validado porque ninguém lhes faz frente, acreditando piamente que são os melhores estrategistas da edição.
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No entanto, fora da “bolha”, os comentadores concordam que o grupo está a perder terreno por não conseguir ignorar a narrativa de agressividade excessiva e para as comentadoras, o público está agora perante um dilema: premiar o caráter e a vitimização de quem “deixou o enredo cair nas mãos” ou castigar a “estratégia bruta” de quem não conhece limites na convivência.
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