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Isabel Figueira apela à paz entre Luíza e Luciana Abreu: “A vida é demasiado curta”

O painel do V+ Fama analisou a entrevista de Luíza Abreu. Os comentadores desvalorizaram a polémica do tabaco...

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Após as declarações exclusivas de Luíza Abreu os comentadores do ‘V+ Fama’ comentaram tudo.

Após a videochamada da companheira de João Moura Caetano, os comentadores António Leal e Silva, Cláudia Jacques e Isabel Figueira analisaram a postura da convidada e a polémica em torno do tabaco na gravidez.

O facto de Luíza Abreu ter sido vista com um cigarro mereceu a compreensão de António Leal e Silva, que desvalorizou as críticas, referindo: “Estamos a julgar, obviamente, que isto é um casal consciencioso, não são nenhuns tontos. Hoje em dia toda a gente sabe que não se deve fumar, quanto mais grávida”.

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Isabel Figueira partilhou da mesma visão e revelou que, do ponto de vista médico, reduzir é muitas vezes aconselhado devido à ansiedade, rematando: “Acredito que a imagem seja um bocadinho forte, como também uma mulher a amamentar em público. Mas há muitas mulheres que continuam a fumar e os bebés nascem perfeitamente saudáveis”.

A tranquilidade transmitida por Luiza Abreu durante a entrevista foi elogiada por todo o painel. António Leal e Silva destacou a estabilidade da relação com o cavaleiro tauromáquico, sublinhando: “É uma relação que já está estável. Eles estão felizes, estão contentes. Ela já faz parte da família. Senti-a muito tranquila, muito calma. É uma miúda muito simpática”.

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Adriano Silva Martins questionou os colegas sobre quem seriam as pessoas que não aceitam esta relação, tal como Luíza Abreu havia sugerido. Sem hesitar, Cláudia Jacques apontou nomes, afirmando: “Penso no Léo Caeiro e na Luciana Abreu. Porque dali é que vem muita conversa sobre este casal”. António admitiu que o nome da cantora também lhe veio à cabeça, mas preferiu focar-se no facto de ambas as irmãs deverem seguir com as suas vidas, longe de polémicas.

Para encerrar o tema, Isabel Figueira deixou um apelo emotivo a uma reconciliação familiar com o nascimento da bebé Maria Guilmar, concluindo: “O que eu gostava no meio disto tudo é que, com o nascimento desta sobrinha, estas irmãs se resolvessem. Era benéfico para todos resolverem e serem felizes para sempre, porque a vida é demasiado curta”.

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