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Joana Latino desvaloriza guerras com Cinha Jardim e assume ser polémica: “O Passadeira é Las Vegas”

Flávio Furtado tentou perceber a origem do mal-estar entre as duas comentadoras. Joana Latino garantiu desconhecer qualquer conflito pessoal, separando totalmente o trabalho da vida doméstica, mas admitiu que as pessoas estão cada vez mais sensíveis à crítica.

A entrevista de Joana Latino no The Leite Show trouxe ao de cima uma alegada tensão entre a jornalista da SIC e Cinha Jardim.

Flávio Furtado, anfitrião do formato, não perdeu a oportunidade de confrontar a convidada com um episódio recente ocorrido naquele mesmo estúdio, onde a socialite terá demonstrado desagrado perante o nome de Joana.

Assumindo o papel de investigador, Flávio Furtado relatou o momento constrangedor que viveu com a antiga comentadora da TVI: “Dando uma de professor José Armando Saraiva: foi nesse lugar, exatamente nesse lugar, Joana, que há umas semanas esteve sentada Maria da Graça, mais conhecida como Cinha Jardim. O que é que se passa com vocês? Que ela não me quis explicar, mas eu perguntei: ‘o que é que achas da cor, da tinta de cabelo da Joana Latino?’ E ela fez assim [gesto de desdém]. E eu disse:’ Cinha, o que é que se passa entre vocês as duas?’ ‘Nada’. ‘Não gosta dela?’. E ela respondeu assim: ‘Tem noites que não’. Eu parti do princípio, vocês nunca dormiram juntas, que será por causa de alguns comentários que fazes à noite sobre ela.”

Confrontada com esta revelação, Joana Latino garantiu desconhecer totalmente a existência de qualquer conflito, utilizando uma máxima famosa para separar as águas entre o espetáculo televisivo e a realidade: “Não faço ideia. Não faço ideia. Desconhecia de tudo. Sabes que eu também tenho outra máxima de vida, que é… Está feita, está morta. Exato. O que acontece no Passadeira, fica no Passadeira. O Passadeira é Las Vegas, faço, pagam-me para fazer aquilo, trabalho com uma equipa grande, trabalhamos em conjunto para o Passadeira acontecer, e depois a minha vida é outra coisa. Há roupa para lavar, há louça para lavar, há uma criança.”

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A conversa evoluiu depois para a forma como a jornalista é percecionada pelo público. Questionada se se considera polémica ou se as pessoas estão demasiado sensíveis, Joana Latino admitiu que ambas as premissas são verdadeiras, lamentando a falta de auto-irrisão na cultura portuguesa: “Eu acho que eu sou polémica, mas as pessoas estão cada vez mais sensíveis. Eu acho que Portugal às vezes não entende a superioridade moral e cultural que é nós sabermos rir de nós próprios, e Portugal tem zero capacidade de se rir de si próprio. Que é muito chato, porque tu só cresces quando consegues olhar para ti e ver que fizeste uma coisa ridícula, e é isso que te faz aprender. Podes chorar muito sobre esse assunto, mas de rires-te, o efeito é o mesmo, porque percebes que fizeste mal e que podes fazer diferente.”

Para encerrar o tema, a cara do Passadeira Vermelha explicou que aceita críticas, desde que fundamentadas, e redefiniu aquilo que muitos apontam como o seu maior defeito: “E, portanto, eu sou absolutamente permeável a críticas, não me importa nada, tem é que ser de pessoas que saibam argumentar. E eu sou, porque eu acho que às vezes as pessoas também confundem, acham em mim arrogância, quando o que eu tenho, modéstia à parte, é uma enormíssima capacidade de argumentar.”

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