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José Castelo Branco enfrenta (eventual) ordem de despejo hoje: “O Roger fez tudo para eu não ter direito de sucessão”

Maya confessou ter mudado de opinião sobre Roger Basile ao ver a destruição do imóvel e Zé Gouveia detalhou o negócio falhado do "trespasse".

Hoje é um dia crucial para o futuro de José Castelo Branco, porque o socialite encontra-se no Tribunal de Nova Iorque para ouvir a sentença que ditará se poderá manter o seu apartamento na cidade ou se enfrentará uma ordem de despejo imediata.

O tema foi debatido no programa Tarde das Estrelas, onde foram revelados os bastidores de uma guerra imobiliária que envolve milhões, direitos de sucessão e uma disputa feroz com Roger Basile.

José Castelo Branco, em declarações recentes a Tânia Laranjo, mostrou-se confiante nos seus direitos legais, acusando o enteado de tentar sabotar a sua permanência no imóvel onde viveu nas últimas décadas: “Eu estou casado há 30 anos. Como tal, tenho uma coisa que se chama succession, o direito de sucessão. O Roger fez tudo para eu não ter esse direito. Claro que os advogados e o dono do prédio estão a fazer tudo para que eu não o tenha. A juíza decidiu (e tem tudo por escrito) que eles teriam de aceitar o meu dinheiro. Se eu não pagasse os 47 mil dólares até ao dia 9 de dezembro, no dia 15 podia, em qualquer altura, receber uma evicted order, uma ordem de despejo.”

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Zé Gouveia, um grande amigo do JCB, trouxe contexto à disputa, explicando que a tensão não se deve apenas a rendas em atraso, mas sim a um negócio milionário que ficou sem efeito. Segundo o comentador, o filho de Betty Grafstein já dava como garantida a entrega do apartamento ao senhorio em troca de uma avultada compensação financeira, motivo pelo qual esvaziou a casa: “Nada disto é surpresa. Toda esta guerra que se levantou entre o Roger e o Zé Castelo Branco acontece porque o próprio Roger já estava convencido de que esta audiência em tribunal nem sequer iria existir. Na cabeça do Roger, estava mais do que decidido que ele iria fazer um negócio com o senhorio do apartamento. Já tinha feito este negócio e já estava até apalavrado, onde havia um milhão de dólares em questão. O próprio Roger, inclusive, já tinha desocupado o apartamento para o entregar.”

Maya interveio para esclarecer os telespectadores sobre a especificidade das leis de arrendamento em Nova Iorque, comparando a situação ao conceito de “rendas antigas” em Portugal, que são vantajosas para o inquilino, mas indesejadas pelos proprietários. Zé Gouveia complementou, detalhando a mecânica do negócio frustrado: “No caso do apartamento de Nova Iorque, não é como em Portugal. Neste caso, pode fazer-se negócio como se fosse um trespasse comercial aqui, onde o apartamento é trespassado por determinado valor. É esse valor que o senhorio propôs ao Roger para que ele depois pegasse no apartamento e pusesse uma renda mais alta.”

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A apresentadora Maya retomou a palavra para dar a “machadada final” na análise, sublinhando que José Castelo Branco enfrenta oposição não só do senhorio, mas também dos vizinhos. Maya não poupou nas palavras para descrever a atitude de Roger Basile, usando um provérbio popular para ilustrar a precipitação do enteado de Zé, e confessou a sua desilusão com o estado em que o imóvel foi deixado:

“O José até podia chegar a um acordo de meio milhão para cada um, mas não quer fazer esses acordos. A questão é que não é só o senhorio que quer reaver o imóvel; parece que os condóminos também não estão muito virados para ter lá o José”, disse ainda.

A apresentadora continuou, “A verdade é que, neste preciso momento, o José Castelo Branco está sentado no tribunal para que se oiça a decisão: ou aceitam o cheque das rendas em atraso (que o Roger não pagou porque já contava com o ovo no cu da galinha, deixem-me dizer assim em bom português) mais os 2.500 deste mês e os 50 mil, ou não. A verdade é que ele quer ficar com a casa que teve de reconstruir. Vou dizer-vos uma coisa: a altura em que fiquei mais desagradada com este processo foi quando o Zé entrou em casa e viu o estado em que estava. Eu achei que ninguém de bem entrega uma casa assim. Isto fez-me alterar, de alguma maneira, a visão que eu tinha sobre o Roger Basile.”

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