José Eduardo Moniz não deixa margem para dúvidas: os formatos de “reality show” vão continuar a ser um pilar central na programação da TVI.
O diretor-geral de Queluz de Baixo defende esta estratégia com a convicção de quem conhece bem o pulso do público.
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Num recente encontro com a imprensa, José Eduardo Moniz fez um ponto de situação sobre o futuro do canal e clarificou o rumo estratégico da estação. A sua mensagem foi inequívoca quanto à manutenção de uma aposta forte no entretenimento, onde os “reality shows” assumem um papel preponderante.
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“Vamos continuar a ter reality shows”, assegurou Moniz. Esta declaração sublinha a continuidade de uma linha editorial que tem encontrado nestes programas um motor de audiências e de interação com os telespetadores.
O responsável máximo pela TVI aprofundou a sua perspetiva, explicando que o público não é um mero recetor passivo, mas sim um agente ativo na escolha dos conteúdos. “O espectador respira entre cada programa”, salientou, ilustrando a capacidade de discernimento.
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“O espectador sabe exatamente o que é que quer, nós não temos de decidir pelo espectador aquilo que ele vai ver. Temos de apresentar um cardápio e o espectador tem de escolher a partir daí, não temos a pretensão de ser dirigistas relativamente àquilo que quer ou não quer ver. Temos de trabalhar com humildade para dar produtos que sejam suficientemente sugestivos para ele escolher “, detalhou Moniz, defendendo que a TVI tem o dever de oferecer variedade e qualidade, mas sempre respeitando a autonomia da audiência na sua seleção.