Kina arrasa ex-agente e nega dívidas: “Ganham muito dinheiro comigo”
A ex-concorrente da 1.ª Companhia quebra o silêncio sobre a rutura profissional. Kina acusa o antigo agente de falta de respeito por lhe ligar insistentemente durante o velório do sobrinho e garante: "Neste país não devo favores a ninguém".
A participação de Kina no reality show “1.ª Companhia” chegou ao fim, mas a tempestade na vida da estilista parece estar apenas a começar.
Em declarações exclusivas à revista TV Guia, a ex-recruta abriu o coração para revelar que atravessa um momento pessoal delicado, confessando sentir-se fragilizada física e emocionalmente: “Estou muito vulnerável, triste e doente. Não está a ser nada fácil.”
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No entanto, a tristeza dá lugar à revolta quando o assunto é a sua vida profissional e o fim da relação com o seu antigo agente. Kina não poupou nas críticas, relatando um episódio que considera imperdoável e que ditou o afastamento definitivo: “Ele já devia ter ido há muito tempo. Foi uma falta de respeito total, eu estava no velório do meu sobrinho, ele ligava-me, ligava-me, pedi-lhe para parar de me ligar, ficou ofendido por não o ter atendido”, contou, visivelmente indignada com a insensibilidade demonstrada num momento de luto familiar.
A estilista aproveitou ainda para colocar os pontos nos ‘is’ relativamente a rumores sobre a sua situação financeira, negando categoricamente qualquer débito pendente com o ex-representante. Com a assertividade, Kina garantiu estar de consciência tranquila: “Digo-lhe desde já que neste país não devo dinheiro nem favores a ninguém. Ganham muito dinheiro comigo, eu tenho as provas, não vou entrar nessas guerras.”
Outro ponto que gerou burburinho foi a intervenção de Nucha na gala de expulsão, que levantou questões sobre a saúde mental e as intervenções estéticas de Kina.
A ex-concorrente desvalorizou as palavras da cantora, atribuindo a situação a um mal-entendido e Kina esclareceu que apenas realizou “um lifting, uma coisa simples, aos olhos e à cara” e rejeitou a ideia de que precisa de acompanhamento psiquiátrico: “Estou muito bem da minha cabeça (…) não sou mulher de ir a psicólogos, nem psiquiatras. Não condeno quem vá, quem procura, mas eu não vou”, rematou.