No «Passadeira Vermelha», os comentadores mostraram-se chocados com as exigências do tribunal e Filipa Torrinha não poupou nas críticas a quem tenta impedir o fim do casamento.
A batalha legal entre Betty Grafstein e José Castelo Branco conheceu novos desenvolvimentos, marcados por manobras que prometem arrastar o processo de divórcio nos tribunais portugueses. O tema esteve em forte destaque na emissão de 26 de maio do programa «Passadeira Vermelha», da SIC Caras, gerando uma onda de revolta entre os comentadores.
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Hugo Mendes, que teve acesso a documentos exclusivos do processo, revelou que a defesa do socialite recorreu da decisão que declarava os tribunais portugueses como competentes para julgar o caso e, de acordo com o comentador, que esteve à conversa com o advogado de Betty, Alexandre Guerreiro, o impasse agravou-se quando a magistrada responsável exigiu mais provas de violência doméstica para avançar com a separação.
“A juíza deste caso está, no fundo, a ajudar a adiar uma decisão que pode ser tomada já. Portanto, a juíza, na verdade, pode decidir declarar já o divórcio sem mais, ou querer ouvir as testemunhas para produzir ainda mais prova, que é isso que está a ser feito“, explicou o Hugo Mendes.
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A exigência do tribunal gerou perplexidade no estúdio. Liliana Campos não escondeu a sua indignação perante o bloqueio de uma vontade que é clara. “Na minha opinião, isso é mais um crime que está a ser cometido contra a Betty. Porque mesmo que não houvesse violência doméstica, ela tinha que conseguir divorciar-se“, atirou a apresentadora, classificando o atraso da justiça como fruto de “burocracias absurdas”.
Quem também não calou a revolta foi Filipa Torrinha. A comentadora confessou o seu choque perante a atitude da defesa de José Castelo Branco e deixou palavras muito duras ao ainda marido da joalheira norte-americana. “Eu sinto que há sempre um lugar no inferno especial para todas as pessoas que não permitem que alguém seja livre e que alguém decida divorciar-se. E esse lugar no inferno é protagonizado por Castelo Branco, que é a figura principal, que tem tentado ativamente (…) impedir este processo“, sentenciou.
A comentadora lamentou ainda a necessidade de uma mulher com quase 100 anos ter de lutar desta forma pelos seus direitos básicos. “Como é que é possível que isto não seja concedido? Isto choca-me e choca-me também ter que ver uma senhora com esta idade, que certamente preferia não estar a fazer vídeos, (…) ter que se estar a expor para conseguir ver os seus direitos serem levados em consideração“, concluiu Filipa Torrinha.
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