Mãe de Bárbara Bandeira emociona-se no Dois às 10: “Pedi todos os dias da minha vida que a minha filha fosse feliz”
Siara Holanda esteve à conversa com Cláudio Ramos na manhã desta terça-feira. A condição de imigrante moldou a educação pragmática que deu à artista portuguesa.
A emissão desta terça-feira, 10 de março de 2026, do programa Dois às 10 contou com uma presença muito especial.
Numa conversa intimista conduzida por Cláudio Ramos, Siara Holanda, mãe de Bárbara Bandeira, abriu o coração sobre os pilares da educação da artista e os desafios que enfrentou longe da sua terra natal.
O orgulho desmedido no percurso e na garra da filha foi o ponto de partida para a entrevista nas manhãs da TVI.
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Siara Holanda confessou que o seu maior desejo sempre foi o bem-estar emocional da cantora, não poupando nos elogios à resiliência que esta demonstra diariamente perante os desafios da exposição pública: “É incrível, porque eu pedi todos os dias da minha vida que a minha filha fosse feliz. Todos os dias. Tudo aquilo que ela é, toda a força que ela tem e tudo aquilo que ela faz para mim é um orgulho gigantesco, porque ela é forte, ela é isso. Ela é a coisa mais importante da minha vida.”
A ausência de uma estrutura familiar tradicional no país obrigou a uma educação focada na total independência.
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A mãe da artista explicou a Cláudio Ramos que a sua condição de imigrante a forçou a preparar Bárbara para enfrentar o mundo de uma forma altamente pragmática e desapegada: “Eu, como imigrante, eu criei a minha filha de uma forma em que ela fosse muito autossuficiente, né? Porque nós não temos essa facilidade, essa rede de apoio. Então ela é exatamente isso, ela é muito autossuficiente, é muito forte.”
Apesar da forte ligação que as une, Siara Holanda admitiu que respeita o espaço e a liberdade profissional da filha, revelando que muitas vezes também é apanhada desprevenida pelas ideias da cantora, tal como o público.
A reflexão final resumiu a sua visão madura sobre a maternidade, baseada no princípio de formar adultos independentes:“Então acho que é isso, a psicologia diz isso, não é? Que nós temos que criar os nossos filhos para que eles sejam fortes o suficiente para não precisarem de nós.”