1ª CompanhiaGeral

Manuel Melo nomeado pelo Comandante. Ator denuncia grupo “Magic Four” e teme expulsão da ‘1.ª Companhia’

O recruta não aceitou bem a justificação do Comandante para a sua nomeação. Manuel admite que entrou com calma por não conhecer ninguém, mas garante que não é "tão parvo como há uns meses" e que já topou as alianças secretas no quartel.

A noite deste domingo, 18 de janeiro, na “1.ª Companhia” terminou com um sabor amargo para Manuel Melo, logo após o rescaldo das eleições legislativas.

Em conversa com Maria Botelho Moniz no confessionário, o recruta admitiu o receio de ser a próxima vítima da maldição das nomeações militares: “O que me assusta é que até agora os tiros do comandante têm sido certeiros e pronto.”

No entanto, Manuel Melo encontrou algum consolo no facto de não ter sido a escolha dos colegas durante as votações na sala, confessando que foi um alívio ver que a casa não se virou contra ele: “Adorei ver a sala não dizer o meu nome. Sabe, sabe muito bem.”

O principal ponto de discórdia prende-se com a justificação dada pelo Comandante, que apontou uma certa desintegração do ator face ao grupo, algo que Manuel Melo refuta, embora admita dificuldades de adaptação inicial.

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O recruta mostrou-se confuso com esta leitura, revelando até que já sentiu picardias diretas de outros recrutas sobre esse tema: “O argumento de desintegração está-me a custar de perceber. E já há alguém (…) a dizer não fazes parte do grupo.”

Manuel justificou a sua postura mais cautelosa com o facto de muitos colegas já se conhecerem de fora e terem amizades prévias, o que dificultou a sua entrada imediata na dinâmica, mas garantiu estar focado em reverter a imagem e assegurou que, apesar das dores no joelho e no calcanhar, está apto para o combate: “Desde que eu tenha os comprimidos tomados, eu consigo correr.”

Decidido a não baixar os braços, Manuel Melo revelou ainda uma faceta mais estratégica à apresentadora, admitindo que estudou reality shows anteriores para não ser apanhado desprevenido e garantir que não é ingénuo. O ator fez uma leitura acutilante sobre as alianças na casa, identificando claramente a existência de fações e contrariando a ideia de união total que muitas vezes é passada para fora.

O recruta apontou o dedo a um núcleo específico de concorrentes fisicamente mais fortes, que apelidou de grupo dominante: “Não sou tão parvo como há uns meses atrás (…) Há, há grupos, as pessoas não se apercebem mas há grupos. Principalmente eram os Magic Four, aquele grupo muito forte, aquele grupo dos grandalhões.”

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