Norberto e o apoio esmagador após a Malveira: “Tenho mensagens desde o dia de saída por abrir”
O portuense sentou-se ao lado de Mónica Jardim para fazer o balanço do jogo. Apesar de acreditar que ia ser finalista, o ex-concorrente foca-se agora no carinho dos fãs e da família.
Uma semana após ter sido expulso da casa do Secret Story 10, Norberto marcou presença no programa “Em Família”, acompanhado pelo seu irmão Júlio.
O ex-concorrente de 33 anos fez um balanço dos seus primeiros dias longe da Malveira e assumiu que o regresso tem sido intenso: “Foi bom, foi um bocado caótico, está tudo neste momento um pouco confuso, muitas coisas a acontecer ao mesmo tempo, muita coisa para fazer, muitas mensagens para responder, as abordagens das pessoas na rua, algo que não está nada habituado, tem corrido super bem, o apoio, as mesmas mensagens”, começou por explicar a Mónica Jardim.
Sobre o seu trabalho numa residência universitária no Porto, Norberto detalhou o desafio de lidar com centenas de jovens: “470 pessoas, sim. Quando digo muitos, podem carregar nessa palavra muitos. Mas acima de tudo, é fácil geri-los porque quando nós estamos rodeados de uma boa equipa, que é o caso da minha, que eu tenho uma grande equipa, automaticamente é muito mais fácil para mim. Eu estou ali para gerir cabeças, se me permitem a expressão, e eles fazem o resto. Ou seja, quando um líder dá o exemplo, automaticamente todo o trabalho se torna mais fácil. E quando também colocamos certa parte do lado do estudante, do residente neste caso, porque eu também já fui estudante e sei o que isso é, e ter aquela compaixão para com eles e dar aquela segurança aos pais deles que, no fundo são eles que estão a injetar dinheiro, se me permitem a expressão mais usada, a injetar dinheiro lá, fica tudo bem.”
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A sua participação no reality show foi motivada por um propósito que vai além do prémio final. O portuense sublinhou que a sua prioridade era o entretenimento de quem mais precisa: “A minha missão era ganhar os 100 mil euros, como é lógico, mas acima de tudo era fazer as pessoas rirem. Mas aquelas pessoas não que estão em família em casa, como está aqui este programa, mas aquelas pessoas, por exemplo, que não têm família e estão sozinhas em casa, ou aquelas que estão num lar de idosos e não têm por quem se acompanhar. Então, eu sabendo que estou a fazer-se rir dessas pessoas por menos 10 minutos, 15 minutos, para mim já era uma grande missão e acho que consegui.”