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Nuno Azinheira relata susto de morte no programa Júlia: “Já estava mais para lá do que para cá”

O comentador do Passadeira Vermelha quebrou o silêncio sobre o problema cardíaco que o afastou da televisão. O rosto da SIC adormeceu ao volante e foi salvo por um polícia.

Nuno Azinheira regressou aos ecrãs esta segunda-feira, 9 de março, para quebrar o silêncio sobre o grave problema de saúde que o atirou para uma cama de hospital e o obrigou a afastar-se do painel do Passadeira Vermelha.

Em conversa intimista no programa Júlia, o comentador da SIC revelou que sofreu um susto de morte devido a problemas cardíacos quando regressava a casa após um jantar em família.

O jornalista explicou que a indisposição surgiu de forma repentina enquanto conduzia, obrigando-o a encostar a viatura em segurança antes de perder totalmente os sentidos e adormecer ao volante, relatando o início do pesadelo: “Houve um momento em que almoçámos todos juntos em casa de um deles, e depois eu saí lá de casa, fui embora, e fui dar ainda uma volta, e acabei por sentir muito sono e tive o discernimento de parar o carro. Parei o carro, mal estacionado, mas parado, pronto, e adormeci.”

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A falha em enviar a habitual mensagem de segurança ao chegar a casa desencadeou o pânico total entre os familiares.

Sem conseguirem contactar o comentador, iniciaram uma busca desesperada pelos hospitais e autoridades, mas o salvamento acabou por surgir por mero acaso através de um agente que patrulhava a zona e estranhou a viatura imobilizada, o que expôs a gravidade da situação: “Eles ligaram para os hospitais, ligaram para a polícia, não sei o que mais. E quem deu por mim foi um polícia, que não tinha nada a ver com esses polícias, era um polícia que estava a fazer a ronda por ali, e achou estranho que o carro estava mal estacionado. Bateu no vidro, e aí percebi que já estava mais para lá do que para cá.”

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O internamento e a recuperação forçaram uma mudança drástica na rotina de Nuno Azinheira, que se viu obrigado a entregar as chaves do carro por precaução médica durante o período de convalescença.

Apesar do trauma, o rosto da estação de Paço de Arcos fez um balanço positivo do impacto deste susto nos laços familiares: “E a partir daí não voltei a guiar, só agora há três semanas é que tive ordem de soltura, porque eles não deixaram e tive de dar as chaves do carro. Já era muito unida, mas… Agora está mais. Sim, nós estamos aqui muito agarrados e isso é uma segurança incrível.”

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