Reviravolta na Indonésia: Deportação de Mariana Fonseca cai por terra e homicida trava regresso
A ex-enfermeira condenada pela morte de Diogo Gonçalves estava legalizada no país asiático. O processo passa agora para um pedido de extradição que se pode arrastar por anos.
A detenção de Mariana Fonseca na Indonésia acaba de sofrer uma reviravolta monumental que ameaça atrasar a justiça portuguesa.
A ex-enfermeira de 29 anos, condenada a 23 anos de prisão pelo homicídio do jovem Diogo Gonçalves no Algarve, encontrava-se a residir de forma totalmente legal no país asiático, um detalhe burocrático que deitou por terra a hipótese de um processo de deportação rápido e direto.
Segundo as informações divulgadas pelo Correio da Manhã, a fugitiva encontrava-se perfeitamente integrada e a trabalhar de forma anónima num café há vários meses. Devido à sua condição de cidadã legalizada no território indonésio, a expulsão imediata fica sem efeito.
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Mariana será agora presente a um juiz local para responder pelo mandado de homicídio internacional que pende sobre si, o que obriga à abertura de um processo de extradição formal. Este é o cenário mais temido pelas autoridades, uma vez que a homicida já fez saber que se irá opor ativamente à extradição, abrindo uma batalha legal que poderá arrastar-se durante anos nos tribunais de Jacarta.
A mulher encontrava-se em fuga desde o ano passado, momento em que a sua sentença transitou em julgado e os mandados de detenção foram ativados.
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O crime bárbaro, cometido em 2020, chocou o país pela sua frieza e motivação financeira. Mariana Fonseca, em conjunto com a sua então namorada, Maria Malveiro, drogaram e asfixiaram o jovem informático de 21 anos com o único intuito de lhe roubarem cerca de 70 mil euros que este tinha acabado de receber através de uma herança.
A coautora do crime, Maria Malveiro, acabou por pôr termo à vida na prisão algum tempo depois, deixando Mariana como a única responsável viva a ter de cumprir pena pelo assassinato que destruiu a família de Diogo Gonçalves.