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Susana Pinto desabafa: “Em televisão o grande problema não é a ingratidão, mas sim os egos”

Susana Pinto, repórter do “Esta Manhã” (TVI), deu uma grande entrevista ao Fama ao Minuto.

A jornalista Susana Pinto de 51 anos, não esconde a felicidade de fazer parte do programa das manhãs: “Só posso estar agradecida por me terem chamado. [Este formato] mistura informação com entretenimento e tem tudo a ver comigo. O conteúdo está lá, mas de uma forma mais leve. Acho que isso é importante para as pessoas acordarem bem, com alegria”.

Lido muito bem em estar do outro lado das câmaras, não tenho de estar a aparecer, fiz isso durante muitos anos. Quero é comunicar, quero conhecer e partilhar. Quero ser os olhos das pessoas. O momento em que estou em direto, neste caso no ‘Esta Manhã’, tem de ser um momento mágico“, explicou.

“Não vou ser hipócrita, mas não é o aparecer, eu gosto de comunicar com a câmara. Não gosto de ser conhecida, gosto que as pessoas reconheçam que eu faço o trabalho para elas, que todos os dias tento melhorar”, argumentou.


dQuanto à exposição pública e à abordagem das pessoas na rua, Susana Pinto disse: “Sou uma pessoa simpática – não é um sacrifício para mim, sou assim por natureza – se as pessoas me vão abordar eu não posso dizer ‘agora não’. Tento ser a mesma dentro e fora da televisão. Nem seria justo para as pessoas. É uma questão de justiça e de gratidão para quem nos acompanha“.

Em televisão o grande problema não é a ingratidão, mas sim os egos. Depende da maturidade das pessoas e da forma como agarramos as oportunidades. Não podemos estar sempre a olhar para o lado e a pensar que a galinha da vizinha é melhor do que a minha. Temos que estar atentos e agarrar as oportunidades, ou então, procurá-las. Não ter medo de correr atrás. Quando atingimos um certo patamar da nossa vida, não podemos ficar à sombra da bananeira“, desabafou.

A jornalista confessou ainda que “Estou aqui há 20 e tal anos e penso assim. Poder-me-ão dizer que já podia ter feito outras coisas… sim, mas se calhar também não tinha maturidade para as fazer. Fui agarrando aquilo que era possível, mas sou também um bocadinho insatisfeita, daí querer sempre mais. Fui procurando coisas de acordo com o meu feitio. Não diria que foi uma injustiça. Acho que às vezes não estamos despertos para as oportunidades, é procurarmos e não estarmos à espera que as coisas no caiam ao colo“.

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