Toda a verdade sobre a saída de Liliana Aguiar do Dubai e o gato que ficou para trás
Liliana viajou para Bali com os filhos, mas a internet não perdoou o facto de o animal de estimação não ter ido junto. António Leal e Silva revelou que falou diretamente com a amiga.
A saída repentina de Liliana Aguiar e do marido, Francisco Nunes, do Dubai em direção a Bali devido ao escalar do conflito no Médio Oriente está a gerar uma enorme onda de críticas nas redes sociais.
O motivo da fúria dos internautas prende-se com o facto de a mascote da família, um gato, ter ficado nos Emirados Árabes Unidos. O tema esteve em destaque no V+ Fama desta terça-feira, 10 de março de 2026, onde o painel de comentadores saiu em defesa da empresária.
António Leal e Silva revelou ter falado diretamente com Liliana Aguiar para apurar os factos, garantindo que a viagem para a Indonésia já estava planeada por motivos profissionais e que o animal não foi deixado ao abandono, explicando a situação ao detalhe: “O que aconteceu é que isto é uma viagem. Eles estão em Bali. Era uma viagem que já estava programada. Eles, pelo trabalho que têm e as funções que desempenham, podem trabalhar online, por isso não têm de estar fisicamente. (…) E como aquilo está realmente um pouco confuso… Eles aproveitaram, como estão com crianças e o foco é sempre o bem-estar das crianças e é complicado, não há escola, a escola para, estão na escola, toca não sei quê, estão em casa, toca alarmes, as sirenes… Então foram todos para Bali e vão estar em Bali por tempo indeterminado e há onde voltar para o Dubai, que é onde eles querem viver. (…) Em relação ao gatinho, o gatinho ficou em casa com a babá. (…) Não estava abandonado, está em casa, eles não podiam levar animais, que torna-se tudo mais complicado.”
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Já Marta Aragão Pinto mostrou-se indignada com a falta de empatia do público perante uma família que se viu forçada a procurar um refúgio seguro para as crianças, criticando a inversão de prioridades de quem ataca a comentadora: “Eu acho que aqui há várias coisas de interpretação, não é? (…) Ou seja, dizer que ela abandonou o gato também não corresponde à realidade, não é? Porque eles não fugiram, nem abandonaram o gato, nem ninguém, nem a terra para onde eles querem voltar. Portanto, eles deixaram o gato em casa deles, com a empregada, como ela diz, e de repente há uma enxurrada de comentários que, no meio de uma guerra, as pessoas estão preocupadas de que ela abandonou ou não o gato. Não, as pessoas têm de estar preocupadas com aquilo que se está a passar no Médio Oriente, que é gravíssimo.”
Por último, Pimpinha Jardim corroborou a visão dos colegas, lamentando o julgamento radical e agressivo que se faz na internet com base apenas em títulos de notícias, e pediu foco no que realmente importa: “Estas coisas às vezes fazem-me um bocadinho de confusão como é que as pessoas julgam as outras de uma maneira tão… Radical. E agressiva. Tem que ter um bocadinho, como dizia bem a Marta, de empatia por uma família que tem duas crianças e que neste momento fez uma viagem para Bali para poder ter uma vida mais tranquila do que aquilo que está a acontecer no sítio onde elas vivem e depois quando as coisas acalmarem, que se Deus quiser isso tudo correr bem, vão-de acalmar, eles vão-de voltar num futuro breve.”
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