O comentador do «V+Fama» manifestou a sua indignação no dia em que arrancou o julgamento do marchand d’art.
O arranque do julgamento de José Castelo Branco, acusado de violência doméstica contra a ex-mulher Betty Grafstein, marcou a atualidade desta quinta-feira, 25 de junho e, a ausência do arguido no tribunal e os contornos do caso foram analisados na emissão do programa «V+Fama», no canal V+, momento em que o comentador António Leal e Silva não escondeu a indignação e se exaltou em direto ao abordar a gravidade da temática.
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Amigo de ambas as partes há várias décadas, o comentador fez questão de sublinhar a sua intransigência perante este tipo de atos, exigindo que as instâncias judiciais atuem com firmeza. “Vamos deixar a Justiça atuar. Se o Zé for condenado e tiver cometido o crime, é muito bem condenado. Violência doméstica não tem perdão e estou a falar neste tom porque isto enerva-me. Violência doméstica é um crime e é um crime hediondo. Leiam nos meus lábios“, asseverou com firmeza.
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O comentador aproveitou a exposição mediática para responder aos espectadores que o acusam de tentar desculpabilizar as ações de José Castelo Branco devido à ligação de amizade que os une, distanciando-se de qualquer complacência com o cenário em tribunal. “Não defendo gente que pratica violência doméstica. É nojento. Dizem que eu defendo não sei quê, não sei quê. Quem tem de defender é o juiz“, argumentou.
A terminar a sua intervenção na antena do canal da Media Capital, António Leal e Silva justificou a sua reação emotiva com os valores morais que regem a sua conduta social. “Custa! Quem não se sente não é filho de boa gente e eu realmente tenho bons princípios“, rematou, visivelmente afetado pela sensibilidade do processo que envolve as duas personalidades.
Betty Grafstein demasiado frágil para depor. Estado de saúde agravou-se!