António Pedro Cerdeira reage sobre processo de violência doméstica: “Inocente até prova em contrário”
O calvário judicial de António Pedro Cerdeira: Ator expõe revolta com adiamentos e cancelamento profissional
António Pedro Cerdeira continua a viver um período de grande instabilidade pessoal e profissional devido ao processo judicial em que se encontra envolvido.
O ator está acusado da prática de um crime de violência doméstica agravada contra a ex-companheira, Susana Silva, e viu mais uma sessão de julgamento, agendada para 9 de outubro, ser adiada.
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A suspensão da diligência na qual estava previsto prestar declarações deixou o artista revoltado, sobretudo pelo impacto que o caso tem tido no seu percurso profissional, que se encontra estagnado há cerca de ano e meio. Em entrevista à TV 7 Dias, o ator desabafou sobre a paragem forçada e apontou o dedo à postura dos canais de televisão perante a pendência do processo nos tribunais.
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O ator contestou a forma como foi colocado à margem antes de qualquer desfecho judicial, invocando o princípio da presunção de inocência. “Defendi-me quando tinha que me defender, mas sabes aquela expressão que existe e que é factual, é de lei, que é a pessoa é inocente até prova em contrário. Eu sinto que, de alguma forma, fui logo condenado“, confessou, visivelmente amargurado com a quebra de convites para projetos de ficção.
No decorrer dos trâmites judiciais, verificou-se igualmente uma alteração relevante no leque de depoimentos. A cantora Rita Guerra tinha sido arrolada como testemunha pela assistente, mas o advogado de defesa esclareceu a razão pela qual a artista viu a sua audição ser dispensada no tribunal, enquanto António Pedro Cerdeira aguarda nova data para ser ouvido perante o juiz.
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