O amigo de longa data do casal revelou episódios do passado que evidenciam o controlo e a humilhação a que Betty estaria sujeita, enquanto o processo de divórcio continua a ser protelado.
O processo de divórcio entre Betty Grafstein e José Castelo Branco continua a dar que falar e a somar novos e chocantes capítulos. No programa «Passadeira Vermelha» da SIC, conduzido por Liliana Campos, foi revelado um vídeo exclusivo enviado pela própria joalheira ao amigo David Motta, no qual a norte-americana não poupa nas palavras para descrever o ainda marido.
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Visivelmente abalada, mas com certezas, Betty deixou um apelo desesperado: “Espero que todos concordem comigo e acreditem em mim. (…) Não sei o que mais dizer, que monstro que ele é. Uma pessoa má, um ser humano cruel“. A joalheira sublinhou que nunca falou desta forma sobre ninguém na sua vida, mas justificou a dureza das declarações com a dor que sente. “Espero que tenham paciência comigo, saibam que isto é muito verdadeiro. (…) Espero que tudo esteja a encaminhar-se da melhor forma para pôr fim a este capítulo horrível da minha vida, causado por este monstro“, concluiu no vídeo.
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Presente no painel de comentadores, David Motta, amigo do casal há cerca de três décadas, analisou as imagens e aproveitou para partilhar episódios marcantes do passado que ilustram a dinâmica da relação. Recuando a 2002, durante uma semana de alta-costura em Paris, no Hotel Costes, David recordou o momento em que conheceu o casal e a primeira confissão inusitada de Betty.
Segundo o convidado, a joalheira pediu-lhe que a acompanhasse à casa de banho e implorou por ajuda para lhe retirar a sombra dos olhos. “Ajuda-me com cuidado a esbater e a tirar a sombra dos olhos, porque o José maquilha-me como uma drag queen“, terá dito Betty, confessando não se sentir digna ou decente por ter “a bandeira do Brasil maquilhada nas pálpebras“.
Para David Motta, este tipo de controlo e humilhação contínua ao longo do tempo “é o que se considera violência doméstica também”.
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A conversa no formato da SIC abordou ainda episódios de violência física, nomeadamente o caso mediático ocorrido há cerca de 20 anos, no Algarve, em que Betty surgiu com uma pala no olho numa festa no T-Clube. Apesar de José Castelo Branco ter justificado a situação com um procedimento estético que teria corrido mal, Zulmira Garrido e David Motta relembraram que, à data, Betty optou por não apresentar queixa, impedindo que o filho, Roger, pudesse intervir de imediato.
O comentador lamentou ainda o arrastar da separação oficial, apontando o dedo às “manobras” legais da equipa de advogados de José Castelo Branco para atrasar um divórcio que, nas palavras de David Motta, “já podia ter sido decretado”.